Foto:Georgia Guidestones - Elberton, Geórgia, EUA
A revista Travel And Leisure divulgou o que seriam os monumentos mais estranhos do mundo. Veja a lista.
Mannekin Pis - Bruxelas, Bélgica
Fica em Bruxelas, no encontro da Rue de l’Étuve (Stoofstraat, em língua flamenca) e da Rue du Chêne (Eikstraat), perto da Grande Place. Não se sabe ao certo o que significa, mas se trata de uma pequena estátua, de 50 centímetros de altura, representando um menino urinando.
As lendas sobre sua origem são muitas. Uma conta a história de um menino que desapareceu. Alguns dias depois, o pai, rico burguês, o encontrou e, feliz e aliviado, decidiu construir um monumento para celebrar o reencontro. Uma outra diz e um menino que salvou a cidade de ser explodida, urinando na mecha da bomba.
Fonte Calder Mercury - Barcelona, Espanha
Trata-se de uma obra do escultor americano Alexander Calder, um tributo antifascista feito em 1937. A referência se deve ao governo republicano espanhol, que muito cobiçava a região de Almadén, local com uma das maiores minas de mercúrio de todo o mundo.
Na escultura, o mercúrio líquido é venenoso e se derrama através de um monumento feito de calhas de alumínio, salpicados por pedaços de ferro que definem um móvel em movimento. Banhada esta figura, o líquido cai numa piscina mortal, feita de metal e com o formato circular.
Galeria submarina - Granada
Trata-se de uma série de esculturas submersas nas águas rasas na costa de Granada. O incomum é que o conjunto de esculturas só é acessível a mergulhadores (embora também possam ser vistas através do vidro do fundo dos barcos).
O escultor Jason de Caires Taylor criou esta obra que é uma série de figuras humanas em vários grupos e definições. Além de ser o primeiro parque de esculturas marinhas no mundo, é também um recife artificial para promover a conscientização da conservação deste tipo de ambiente.
Estátua do duque de Wellington - Glasgow, Escócia
Arthur Wellesley foi o primeiro duque de Wellington e comandante das forças britânicas que derrotaram Napoleão na batalha de Waterloo. A estátua existe desde 1844 e fica na Queen’s Street Glasgow. Até aqui, nada anormal. Mas, durante os últimos 20 anos, ela tem sido um imã para brincalhões que a escalam e a encobrem com cones de trânsito.
Moradores afirmam que os cones já são uma parte integrante da estátua, bem como da identidade da cidade. Alguns afirmam que o fato, que já virou tradição, tem a ver com o espírito irreverente do povo escocês, que se burla assim da autoridade - especialmente se tratando de um militar inglés: muitos escoceses entendem que seu país está ocupado pelos ingleses.
A cidade fantasma de Fengdu - China
É uma cidade-fantasma feita de um complexo de templos budistas e taoístas, e uma espécie de necrópole. Está adornada com estátuas de demônios macabros e desmembramento de seres humanos. Alguns de seus pontos turísticos têm nomes assustadores, como “Torre do último olhar para casa”, “Ponte nada a fazer” e “Passagem da tortura de fantasmas”.
Ironicamente, a área é agora literalmente uma cidade fantasma, já que a enorme barragem das Três Gargantas foi concluída em 2009, inundando as moradiaz vizinhas. Com este fato, os moradores da região foram obrigados a se deslocarem.
Estátua de Genghis Khan montado num cavalo - Tsonjin Boldog, Mongólia
Genghis Khan (1162-1227), que significa “O Senhor de Toda a Terra”, foi um conquistador e imperador mongol. A 40 metros de altura, e com mais de 250 toneladas de aço, esta, que é a maior estátua com a temática equestre, foi inaugurada em 2008 e está localizada a uma hora de carro de Ulan Batar. Os visitantes podem tomar um elevador para o deck panorâmico sobre a cabeça do cavalo e olhar pela vastidão da estepe mongol. A estátua faz parte de um parque temático planejado com unidades nômades e restaurantes que servem carne de cavalo.
Georgia Guidestones - Elberton, Geórgia, EUA
O monumento é um conjunto de instruções para se reconstruir a civilização após o apocalipse. Foi projetado e encomendado por um grupo anônimo. As pedras-guia da Geórgia são compostas por cinco lajes de granito com quase cinco metros de altura, dispostas num formato de estrela. O monumento funciona como bússola, calendário e relógio. Alguns cristãos locais considerem as lajes as criações dos “Dez Mandamentos do Anticristo”, dada a sua natureza inquietante. Entre seus admiradores cêlebres conta-se a Yoko Ono.
(Lucena Palace) Saint Wenceslas montado num cavalo morto - Praga, República Tcheca
Saint Wenceslas, ou Saint Wenceslau, é conhecido como o patrono da região da Bohemia, na República Tcheca. A estátua o coloca montado num cavalo morto, de ponta cabeça, amarrado pelos pés. O autor desta escultura, David Cerny (nasceu em 1967), parodiou a estátua original, que fica em frente ao museu Nacional de Praga, esta sim com Saint Wenceslas de fato montado num cavalo.
Por mais de cem anos a estátua original tem sido uma fonte de orgulho nacional para os tchecos, mesmo durante os dias negros do regime comunista. Com esta paródia pendurada no Palácio Lucerna, a figura de Saint Wenceslas adquiriu um sentido de humor irreverente.
Memento Park - Budapeste, Hungria
O monumento é uma celebração do passado comunista na Hungria. Diferente de muitos países do leste europeu, que cerimoniosamente destruiu relíquias da era soviética, a cidade de Budapeste removeu 42 estátuas em locais proeminentes e as transportou para um parque afastado. Lá estão estátuas de Lênin, Marx e Engels. Entre elas uma cópia fiel das botas de Stalin a mais de 8 metros de altura.
Fonte Kindlifresser - Berna, Suíça
Apesar de muitas lendas, não se sabe ao certo os significados desta estátua. Esta fonte data o ano de 1546, e é representada pela figura de um homem vestido com uma roupa vermelha e verde, comendo a cabeça de uma criança; em sua mochila, outros bebês aguardam pelo destino sombrio.
Alguns postulam que a estátua serviu como um alerta à comunidade judaica de Berna, devido ao chapéu, referência aos judeus. Outros dizem que é o titã Cronos da mitologia grega, que comeu os seus filhos para impedi-los de usurpar o trono. O mais provável, porém, é que o chafariz foi criado como uma espécie de “boogieman” para lembrar às crianças da cidade para se comportarem. Em tempo: no nome, Kindlifresser significa “devorador de crianças”.
17 de Novembro de 2009 às 16:52
Multitour Viagens
Para muitos, Buenos Aires é a cidade mais europeia do Hemisfério Sul, em muito semelhante a capitais como Paris, Madri e Roma. Sua intensa vida cultural, a arquitetura belíssima e as excelentes opções de restaurantes e lazer fazem da capital argentina um destino preferido por muitos brasileiros que querem conhecer uma megalópole viva, culta e, principalmente, barata. Com efeito: pode-se descobrir os atrativos portenhos por pouco dinheiro.
Ultimamente, os preços das passagens de avião têm sido bem em conta. Nos meses de dezembro e janeiro, Gol e TAM estão vendendo passagens aéreas na faixa de R$ 500 (Gol ida e volta = 486,90) até R$ 1,1 mil (TAM ida e volta = 1.135,50). O parcelamento é praxe. Mas avião não é a única opção. Separada por cerca de 1,7 mil quilômetros de São Paulo, é possível chegar lá tranquilamente por ônibus. A empresa Pluma oferece pacotes a partir R$ 500 ida e volta. E vale lembrar que no quesito conforto, alguns ônibus estão em pé de igualdade com a classe executiva das aeronaves.
E se a passagem é em conta, a cidade ainda ajuda. A desvalorização do peso argentino para o real torna Buenos Aires uma cidade extremamente acessível: um real equivale a 2,1 pesos argentinos. Bons restaurantes podem ser encontrados por excelentes preços. Os táxis saem bem baratos e é possível fazer comprinhas com moderação. E vale lembrar que uma boa parte das atrações portenhas pode ser feita de graça.
Por exemplo: quem deseja conhecer o centro histórico e político da capital deve andar pelos arredores da Plaza de Mayo. Lá se encontra a Casa Rosada, sede do pode executivo do país, a Igreja, a Catedral Metropolitana de Buenos Aires, o edifício do Governo da cidade de Buenos Aires, e a casa central do Banco da Argentina, o Banco Nación. Isso ainda fica próximo do Cabildo, epicentro da Revolução de Maio de 1810. Sabe-se que os portenhos são politizados e gostam de se manifestar quando alguma coisa os desagrada, por isso não se surpreenda se, quando você for lá, estiver acontecendo alguma passeata ou manifestação.
Buenos Aires possui um excelente transporte público. Um dos mais antigos do mundo, o metrô cobre vários dos pontos de interesse da cidade, mas nada se compara a caminhar. A beleza da cidade é um convite para vivenciar o seu centro político-social. Da Praça de Maio, vá andando até o famoso Obelisco, que é considerado o ponto zero da cidade e também não deixe da visitar a grandiosidade do prédio do Congresso. Se desejar um pouco de sossego e natureza, Palermo oferece excelentes parques e jardins.
O Jardim Japonês é marca da forte presença da colônia oriental. Lá se encontram bonsais, belas plantas, flores e lagos artificiais com carpas vindas do Japão. Outra opção é o Parque 3 de Febrero, área verde planejada pelo paisagista francês Carlos Thays. Comporta esculturas, jardins e um fantástico espelho d’água. Além disso, em Palermo estão o Rosedal, o Jardim Zoológico e o Jardim Botânico. Todos eles oferecem caminhadas memoráveis.
Ainda sem gastar muito dinheiro, um passeio interessante é visitar as feiras da cidade. A mais turística é a que ocorre em San Telmo nos domingos. Esse boêmio bairro portenho recebe na Praça Dorrego diversas barraquinhas vendendo antiguidades, artistas buscando um troco e muito tango.
Só que se desejar sair do “oba-oba” turista, a Feira des Mataderos é a melhor pedida. Um pouco afastada do centro de Buenos Aires, chega-se a uma autêntica feira de gaúchos, os cowboys sul-americanos. Alegram-se com a zamba, dança típica da região, mas também há música folk argentina ao vivo e, claro, a típica cozinha argentina: excelentes churrascos, choripan e empanadas baratas. A Carrera de Sortija, ou Corrida pelo Anel, é uma atração à parte. Nela, os gaúchos em seus cavalos competem para acertar um pequeno anel que fica suspenso no ar. Aquele que conseguir obterá a consagração de toda a comunidade.
Buenos Aires, cidade de Jorge Luiz Borges, é famosa pelas livrarias. Próxima do cruzamento das famosas avenidas Santa Fé e Callao fica a El Ateneo, uma das mais bonitas do mundo. É um excelente espaço de refúgio: pode-se tranquilamente pedir um café e ficar lendo a vasta coleção de livros. E claro, não deixe de frequentar pelo menos uma casa da tango. Duas boas pedidas para sair do eixo “para gringo ver” é visitar o Café Ideal e Salon Canning. Além disso, o Teatro Colón, a principal referência latino-americana em operas líricas, é parada obrigatória.
Outro ponto chave da cidade é a bairro La Boca. Bairro onde se instalavam os imigrantes italianos, essa que foi uma área pobre de Buenos Aires, hoje abriga o Caminito, uma restauração que remonta o passado do bairro com casas construídas com chapas de metal e tábuas de madeira pintadas com muitas cores (originalmente, da tinta que sobrava dos barcos, que os trabalhadores pintavam no porto local), assim como havia nos tempos dos imigrantes. Além disso, para os fanáticos por futebol, uma vista a La Bombonera, estádio do mítico Boca Juniors é imperdível. Lá pode se conhecer a história deste time que disputa com o Milan o páreo do mais vitorioso do planeta.
Os últimos dois bairros a serem citados são Puerto Madero e a Recoleta. O primeiro corresponde à zona portuária reformada que hoje representa a parte moderna da cidade. Os restaurantes nas redondezas são considerados caros e chiques, mas é válido um passeio pela área dos diques. Já a Recoleta lembra muito Paris. Trata-se de um bairro elegante com muitos cafés e restaurantes. Uma boa pedida é visitar o cemitério do bairro, um dos mais bonitos do mundo. Em suas tumbas estão enterrados muitos membros da pretensa aristocracia portenha, junto com celebridades populares como Evita Perón e Carlos Gardel.
Por fim, não poderíamos deixar de passar pela gastronomia argentina. Alguns restaurantes possuem preços bem acessíveis, deliciosas refeições e ótimos preços de vinhos. Algumas dicas de restaurante de parilla são La Dorita (calle Humboldt, 1911 - Palermo Viejo), Chiquilin (esquina da calle Sarmiento com a Montevideo, no Centro) e Don Julio Rua (Guatemala 4691, Palermo Viejo). Porém, se desejar apenas um lance, as empanadas e o locro (uma feijoada branca) de El Sanjuanino (Posadas 1515, Recoleta). Se o estômago pedir pizza Las cuartetas (Calle Corrientes 838), La americana (Calle Callao com Calle Bartolomé Mitre) La Continental (Defensa 701, San Telmo) e, sobretudo, El Cuartito (Talcahuano entre Santa Fé e Marcelo T. de Alvear).
Agora, se quiser mesmo se divertir em Buenos Aires sem gastar um tostão, vai aí uma dica de ouro: com sua cara mais inocente e num portunhol carregado, pergunte a um portenho pela experiência de ter Maradona como técnico da Seleção. E prepare-se para ouvir uma longa lista de reclamações.
às 16:44
Multitour Viagens
Foto:A Praia de Romazzino.
A ilha da Sardenha é toda banhada pelo mar Mediterrâneo. Ela separa da Itália continental o mar Tirreno e é conhecida por suas águas azul profundo e verde intenso por todos os lados. É nela, ao norte, que está a Costa Esmeralda: clássico ponto de encontro de ricos e famosos de toda a Europa, uma das regiões que mais concentra luxo na forma de grifes, iates, jatinhos e belas mansões.
Em Costa Esmeralda, como em toda a Sardenha, são as paisagens que se destacam. As águas do mar são cristalinas, e o verde da paisagem é uma amostragem do cerrado local, com o odor na atmosfera do tomilho, o alecrim e o orégano brotados sobre o granito das faixas litorâneas. Mas o que atrai na região é a alta concentração de fama, riqueza e beleza.
Para acompanhar o roteiro de milionários e famosos, comece pelas suas célebres praias. Spiaggia del Principe é uma delas. Isolada, é escolhida por celebridades que passam o tempo e curtem um clima romântico.
Spiaggia Pevero é outra praia favorita entre os famosos. De areias claras e finas e com infraestrutura, conta com bar, albergue, restaurante e outros serviços.
Já em Liscia Ruja não é raro descobrir os paparazzi misturados com vendedores ambulantes e artistas que fazem tatuagens. E se para comer encontra-se sem dificuldade, e por preços mais em conta, algumas opções típicas dos sardos, como o pane carasau e o pecorino de queijo, além dos vários paninis, valem a pena.
Por exemplo, em Cervo, o Piazzetta serve excelentes pizzas (sai 25 euros por pessoa, sem contar o preço do vinho). Porém, no Yacht Club e no Gianni Pedrinell’s, fique de olho: estes são muito caros. Se quiser jogar golfe, tente umas tacadas no Pevero Golf Club, um dos melhores campos de golfes da Europa (fica 125 euros a entrada). E se o seu esporte for a vela, no período de setembro, pode assistir ao Maxi Yacht Rolex Cup, prova de iatismo onde, além dos competidores, são atracadas várias embarcações grandiosas.
E se não possuir uma mansão nas redondezas, pode conseguir uma hospedagem em Porto Cervo, o local mais próximo das praias da Costa Esmeralda, com preços que variam entre 600 euros e 2000 euros a diária. Destacam-se ali os luxuosos hotéis como o Cala Di Volpe, Romazzino, Pitrizza e o Hotel Le Ginestre.
às 16:37
Multitour Viagens
Foto: Suiça - St. Moritz
Dezembro e janeiro são sinônimo de dias frios no Hemisfério Norte. Alguns podem acreditar que isso seja motivo para ficar no Brasil ou fugir de cidades como Nova York, Paris e Londres. Mas, para outros, essa época torna-se uma excelente oportunidade para aproveitar diversas montanhas cobertas de neve em ótimo estado para esquiar. Próximo do inverno, o site britânico CNtravaller.com divulgou a lista dos 10 melhores lugares para esquiadores aproveitarem a temporada gelada na parte de cima da linha do Equador. Estão incluídas pistas na Europa, América do Norte e até na Índia.
1) Äre, Suécia
Referência absoluta na Escandinávia, Äre consegue atender a todos os níveis. Além das pistas fáceis para iniciantes, há opções para os mais experientes. Já os aventureiros podem saltar de helicóptero no topo da montanha e encarar pistas selvagens. A cidade ainda oferece diversas outras atividades ligadas à neve ou não. Passeios de teleférico e trenó de Huskies Siberianos, safári no snowmobile e pular na mais longa tirolesa da Europa são imperdíveis. Durante a noite, Äre é uma cidade bem animada, com seus restaurantes, bares e boates.
2) Aspen, Estados Unidos
Aspen oferece uma vasta estrutura de transporte. Dividida em quatro diferentes estações, 39 teleféricos e um completo sistema de ônibus integram todas as pistas. Ajax é para esquiadores e snowboarders de nível avançado. Buttermilk é para iniciantes. Snowmass e Aspen Highlands se destacam pela diversidade atendendo todos os níveis. Andar de balão, visitar as mais de 200 lojas e galerias espalhadas pela cidade também são opções de entretenimento.
3) Courchevel, França
Parte da Les Trois Vallées, maior área de esqui do mundo, Courchevel é um complexo de quatro vilas que mudam de acordo com a altitude. À medida que os locais vão subindo, o luxo segue o fluxo. A Courchevel 1850, de maior altitude, é também a mais chique. Lá, encontram-se restaurantes premiados, hotéis cinco estrelas e chalés fabulosos. A estação de esqui é mantida com cuidado e oferece opções para todos os níveis e idades. Diversas pistas técnicas e selvagens atendem a demanda dos que procuram desafios.
4) Fernie, Canadá
Um paraíso para quem quer ir aos limites. Fernie é um complexo de mais de mil hectares de montanhas íngremes e acidentadas. Suas pistas estão entre as mais perigosas e extremas do mundo para a prática de esqui. Nos pontos mais críticos, os declives podem chegar até 40 graus.
5) Himachal Pradesh, Índia
Seguindo a linha radical, Himachal Pradesh é outro destino para viciados em adrenalina. Esqueça teleféricos: a única maneira de chegar a mais de 5 mil metros e descer a cordilheira do Himalaia indiano esquiando é de helicóptero. O requisito básico para participar dessa aventura com paisagens formidáveis é participar de uma aula sobre como agir em caso de avalanche. A cidade base é Manali, um emaranhado caótico de mercado, ruas movimentadas e casas de pedra.
6) Sierra Nevada, Espanha
Saindo da cidade de Granada por uma estrada de 32 quilômetros chega-se ao ponto de esqui mais ao sul da Europa. Do topo da montanha é possível ver cordilheiras montanhosas do Marrocos. Um dos grandes atrativos é o clima agradável, com temperaturas não tão baixas e sol mesmo no inverno. Não deixe também de aproveitar a beleza de Granada com seus palácios, museus e típicos bares tapas considerados uns dos melhores da Espanha.
7) St. Moritz, Suiça
O St. Moritz é o mais antigo resort de esportes de inverno do mundo e ainda símbolo de glamour. Localizado nos Alpes suíços, ao lado dos lagos Upper Engadine, o hotel oferece excelentes opções de esqui, principalmente para pistas selvagens. A estação indicada para iniciantes é a Corviglia, mais próxima do centro da cidade. Para os mais experientes, Diavolezza e Lagalb podem ser alcançadas de trem ou ônibus. Outros esportes curiosos que podem ser praticados são pólo, críquete, golfe e corrida de cavalo no gelo.
8) Taos, Estados Unidos
Apesar do resort local ter uma reconhecida escola de esqui, os que mais aproveitam as pistas de Taos são os experientes. A cidade, há cerca de 30 quilômetros do hotel, é um encontro de diversas culturas nativas americanas. Durante os anos de 1890, Taos transformou-se em uma colônia de artistas que inspiraram nomes como DH Lawrence and Georgia O’Keeffe.
9) Verbier, Suiça
Verbier se tornou a capital europeia de esqui e frio. Com grande diversidade de opções de restaurantes e bares, a estação atende a todos dos gostos. Um das peculiaridades são suas pistas selvagens mais moderadas. Se desejar, voo de parapente e trenó de huskies siberianos são alternativas de lazer.
10) Whistler, CanadáSede das Olimpíadas de Inverno de 2010, Whistler é conhecida pela qualidade de sua neve e pela quantidade de estrangeiros que passam por lá. Suas excelentes pistas oferecem as mais contínuas quedas verticais do continente americano nas montanhas de Whistler e de Blackcomb. Um novo teleférico será implementado na rede de transportes do resort.
às 16:28
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