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Foto:A Praia de Romazzino.
A ilha da Sardenha é toda banhada pelo mar Mediterrâneo. Ela separa da Itália continental o mar Tirreno e é conhecida por suas águas azul profundo e verde intenso por todos os lados. É nela, ao norte, que está a Costa Esmeralda: clássico ponto de encontro de ricos e famosos de toda a Europa, uma das regiões que mais concentra luxo na forma de grifes, iates, jatinhos e belas mansões.
Em Costa Esmeralda, como em toda a Sardenha, são as paisagens que se destacam. As águas do mar são cristalinas, e o verde da paisagem é uma amostragem do cerrado local, com o odor na atmosfera do tomilho, o alecrim e o orégano brotados sobre o granito das faixas litorâneas. Mas o que atrai na região é a alta concentração de fama, riqueza e beleza.
Para acompanhar o roteiro de milionários e famosos, comece pelas suas célebres praias. Spiaggia del Principe é uma delas. Isolada, é escolhida por celebridades que passam o tempo e curtem um clima romântico.
Spiaggia Pevero é outra praia favorita entre os famosos. De areias claras e finas e com infraestrutura, conta com bar, albergue, restaurante e outros serviços.
Já em Liscia Ruja não é raro descobrir os paparazzi misturados com vendedores ambulantes e artistas que fazem tatuagens. E se para comer encontra-se sem dificuldade, e por preços mais em conta, algumas opções típicas dos sardos, como o pane carasau e o pecorino de queijo, além dos vários paninis, valem a pena.
Por exemplo, em Cervo, o Piazzetta serve excelentes pizzas (sai 25 euros por pessoa, sem contar o preço do vinho). Porém, no Yacht Club e no Gianni Pedrinell’s, fique de olho: estes são muito caros. Se quiser jogar golfe, tente umas tacadas no Pevero Golf Club, um dos melhores campos de golfes da Europa (fica 125 euros a entrada). E se o seu esporte for a vela, no período de setembro, pode assistir ao Maxi Yacht Rolex Cup, prova de iatismo onde, além dos competidores, são atracadas várias embarcações grandiosas.
E se não possuir uma mansão nas redondezas, pode conseguir uma hospedagem em Porto Cervo, o local mais próximo das praias da Costa Esmeralda, com preços que variam entre 600 euros e 2000 euros a diária. Destacam-se ali os luxuosos hotéis como o Cala Di Volpe, Romazzino, Pitrizza e o Hotel Le Ginestre.
17 de Novembro de 2009 às 16:37
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Inaugurado em 1873, o hotel Villa d’Este, na Itália, é, segundo o site
Forbes Traveler, o melhor hotel do mundo. Está envolto em muito verde e numa tradição que remonta ao período da Renascença italiana. São mais de dez hectares de árvores e flores, e um conjunto de edifícios históricos, chamados “Villas”, antigas residências ou casas de veraneio de nobres europeus.
Nestas villas estão os 152 quartos, dos quais 68 são de casal, 67 suítes juniores e o restante são suítes presidenciais. Ainda existem as villas privativas, como a Villa Cima, construída em 1814, que pertenceu à Carolina de Brunswick, e a Vila Malakoff, construída em 1860.
O que o faz merecer a distinção é o conjunto de beleza arquitetônica, decoração, qualidade dos serviços e o entorno natural. O Villa d’Este fica à beira do Lago Como, município de Cernobbio. A paisagem em volta mostra o melhor da região da Lombardia, com seus relevos típicos do norte italiano: lagos, bosques e as montanhas que no inverno cobrem-se de neve e no verão oferecem belas trilhas para caminhadas.
Todos os itens básicos para um hotel de luxo estão lá: ar condicionado, jacuzzi, TV por satélite com pay per view, internet de alta velocidade, minibar, e até mesmo roupões e chinelos personalizados. Um dos trunfos do hotel está nos cincos pontos de alimentação, a começar pelo restaurante Veranda, cujo chefe já ganhou as cobiçadas estrelas do Guia Michelin. As mesas ficam quase ao nível do lago. Há ainda o bar Canova, com ambiente mais íntimo e onde uma boa conversação é bem acompanhada de um fundo musical ao som do piano; já o Grill oferece pratos regionais, e o bar Terrazza fica a céu aberto. Por fim, há a discoteca e a boate, que funcionam das 22h à uma da madrugada. Durante o dia, sanduíches e bebidas são servidos na beira da piscina com vista para o lago.
No inverno há uma piscina coberta na Villa Principale, e bem próximo dela o Beauty Center, local para massagens e relaxamento, além de sauna. O Villa d’Este também atende muito bem os amantes do esporte. Além das trilhas, há os esportes aquáticos no lago: esqui, vela, windsurf e canoagem. Quem preferir, há ainda squash e quadras de tênis. Mas o destaque é para o golfe: a sete quilômetros do hotel está o Golf Club Villa, desenhado em 1926 pelo arquiteto Peter Gannon, e com uma vista que o coloca entre os melhores campos do mundo.
Para se chegar até o local, há duas referências principais. Quem vem de Milão deve tomar as estradas em direção à cidade de Como (a viagem demora cerca de uma hora). Ou então, para quem vem do norte da Europa, Lugano, na Suíça, é a cidade importante mais próxima. São pouco mais de 30 quilômetros. Interessado? Os preços para um adulto são a partir de 630 euros (suíte junior) para a estadia de uma noite.
5 de Outubro de 2009 às 15:07
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Bem no centro de Milão, polo econômico e cultural, um conjunto de quatro ruas forma o “quadrilatero della moda”: via Manzoni, via della Spiga, corso Venezia e, principalmente, via Montenapoleone ditam as tendências do mundo fashion.
São bolsas, sapatos, vestidos, camisas, ternos, meias, gravatas, joias, acessórios. Tudo com muito luxo e o requinte das maiores e das mais reconhecidas e admiradas grifes mundiais. É este quadrilátero exclusivo um dos argumentos que Milão usa para defender seu título: Capitale della Moda (capital da moda).
As calçadas e fachadas abusam do mármore, sempre refinado e bem trabalhado. As vitrines são enormes. Os preços, digamos, variados (embora a tendência é serem altos, muito altos).
Pela Via Montenapoleone residem Alberta Ferretti, Armani Collezioni, Bally, Louis Vuitton (com seus mais de 1 mil metros quadrados), Montblanc, Paul & Shark (sportswear), a boa e velha Prada (há várias lojas da grife e seu toque minimalista, atendendo a todas as categorias), Valentino, Fendi, Chanel, Bottega Veneta, Gucci, Bulgari, Cartier, Gianfranco Ferrè etc.
Pela via Manzoni estão, entre outras, a dos estilistas Paul Smith e Mila Schön, além de uma loja Armani. A Via della Spiga, a segunda maior rua após a via Montenapoleone, conta com Dolce & Gabbana, além de estilistas como Sergio Rossi, Rocco Barocco e a loja de calçados Tod’s.
Quem vai para curtir a moda milanesa também está próximo de muitas atrações. A bem pouco dali estão o Museu Poldi Pezzoli e o Museu Bagatti Valsecchi. Bem próximo à via Montenapoleone, os Giardini Publici (literalmente, Jardins Públicos), grandes e de paisagens naturais, não lembram aqueles parques artificiais que normalmente ficam dentro das cidades. Eles têm um toque de conservação e desarranjo natural que fazem um verdadeiro chique natural.
Não se pode deixar de fora aquela visita ao teatro e casa de ópera mais famoso do mundo, o La Scala de Milão, e também ao Duomo, a terceira maior catedral da Europa, célebre construção gótica com centenas de estátuas (ir ao seu telhado e apreciar a sua arquitetura é obrigação).
Milão é sede dos desfiles e eventos que conclamam o mundo fashion. Em setembro, o ponto alto será o Milano Donna Moda: dias 23 a 30, com o desfile primavera-verão 2010, na Via Gattamelata, 5 - Milano Fashion Center (Tel: +39 02 7771081). Outros eventos? Nos dias 8 a 11 de setembro ocorrerá a IX Edição da Milano Unica, importante feira da moda, e nos dias 16 a 19 de setembro, as feiras MICAM e MIPEL, de calçado e de couro.
1 de Setembro de 2009 às 16:44
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No Harry’s Bar foram criados o Bellini, um drink já clássico feito com suco de pêssego e prosecco, e o carpaccio. Nas suas mesas sentou e senta muita gente famosa, de Orson Welles e Charles Chaplin a Woody Allen, e isso citando apenas famosos do cinema. Poderíamos agregar o Barão de Rothschild e Artistóteles Onassis para representar a categoria arquimilionários que fizeram deste seu refúgio veneziano. Hemingway, que nele passava horas, colocou o bar e seu fundador, Giuseppe Cipriani, numa de suas obras mais famosas: Do Outro Lado do Rio e Entre as Árvores.
Mas o Harry’s e Cipriani conseguiram ser notórios não apenas por isso. O bar foi o ponto de partida para um empreendimento não menos bem-sucedido: o Hotel Cipriani, na Isola Giudecca, do outro lado do canal, frente a Piazza San Marco. Estamos falando de Veneza, na Itália, claro. Mais nomes? Vamos restringir a lista de hóspedes famosos à categoria dos políticos: Margareth Thatcher, Michail Gorbachov e Ronald Regan, por citar apenas três. Ok, digamos também que a princesa Diana gostava muito da calma e da privacidade do lugar, que frequentava bastante.
Há poucos locais mais românticos no mundo: os quartos e as suítes têm vista para a lagoa e estão decorados com extremo bom gosto, combinando peças antigas com um contemporâneo discreto. É possível tomar um drinque nos jardins e jantar no terraço, olhando para o perfil da cidade iluminada. A piscina olímpica de água salgada é das mais exclusivas do mundo, e nada se compara a chegar na lancha privada do hotel, vindo desde o aeroporto.
Uma noite numa das suites, como a Suite Dogaressa, com vista para San Marco, pode passar dos R$ 24 mil. Se for para reservar este ano, é melhor correr: o hotel fecha do final de outubro até abril e a demanda é grande.
18 de Agosto de 2009 às 16:16
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