Publicações arquivadas sob Inglaterra
Pouco mais de dois séculos atrás - em 1806, precisamente -, o diplomata britânico Thomas Bruce, sétimo Conde de Elgin e à época embaixador da coroa junto ao Império Otomano, obteve autorização do sultão para transportar até Londres “algumas peças” retiradas da Acrópole. Aproveitando a ambiguidade do texto, ele carregou em seu navio um valioso tesouro, cuja devolução a Grécia reclama nos dias de hoje.
Trata-se de grande parte dos enormes altorrelevos de mármore realizados pelo escultor Fídias (considerado o maior da Antiguidade) e seus discípulos, e originalmente colocados no alto e à frente do Partenon. O tesouro de Elgin incluía ainda objetos de outros prédios da Acrópole de Atenas.
O Partenon é o mais conhecido edifício da Grécia Antiga. Construído por iniciativa de Péricles - líder político ateniense do século V a. C - e concebido pelos arquitetos Ictinos e Calícrates, a sua construção foi de 447 a 438 a.C.
O nome Parthenos deriva do epíteto da deusa Atena Parthenos (em grego, “virgem”). O local foi convertido em igreja cristã no século VI e em mesquita após a conquista turca. Em 1687 um depósito de munição instalado pelos turcos explodiu, danificando o edifício e parte de suas esculturas.
Hoje, os frisos do Parthenon são motivo de discórdia entre os governos grego e britânico. O Museu de Londres está com a posse de 75 metros dos frisos originais, 15 painéis (métopas) e 17 estátuas. A Grécia procura retomá-las por intermédio da Unesco, para serem expostas no Museu da Acrópole de Atenas, moderníssimo edifício, inaugurado em 20 de junho deste ano, projeto do arquiteto suíço Bernard Tschumi. Próximo ao Partenon (pode-se avistá-lo do Museu) abriga mais de 4 mil objetos da Grécia Antiga. Os frisos, por enquanto, estão dispostos somente como cópias.
Serviço:
- Para visitar o Museu de Londres:
Site oficial: www.britishmuseum.org
Endereço: Great Russell Street, London, WC1B 3DG
Para informação: +44 (0)20 7323 8299
Horários: Domingo às 4as feiras das 9h às 18horas, e das 5as aos sábados, das 9h às 23horas.
Preço: Adultos pagam £8.00, entre 16-18 anos e estuantes pagam £6.00.
- Para visitar o Museu da Acrópole de Atenas:
Site oficial: www.theacropolismuseum.gr
Endereço: Área histórica de Makriyanni, sul da rocha da Acrópole, na Dionysiou Aeropagitou Street, Atenas (a apenas 300 metros da Acrópole e a 2 kilômetros de Syntagma)
Para informações: +30 210 9000900
Horários: 3a a domingo, das 8h às 20 horas.
Preço: 1 Euro
1 de Setembro de 2009 às 16:51
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Certamente um dos pontos turísticos mais fotografados de Londres, o Big Ben é geralmente associado à torre do relógio do Palácio de Westminster.
Mas o nome se refere especificamente ao sino de 13,5 toneladas que, desde 1859, marca a hora certa com suas badaladas graves, que são transmitidas ao vivo pela BBC, anunciando o início de seus noticiários. A emissora tem um microfone instalado na torre.
Encarapitado a 106 metros de altura, o mecanismo teria sido batizado em homenagem a Benjamin Hall, o responsável por sua instalação.
Só pode olhar
Além de manter os londrinos alertas, o Big Ben mantém em cheque os trabalhos na Câmara dos Comuns.
Quando há sessão parlamentar à noite, acende-se uma luz no alto da torre. O público pode olhar de fora, mas não pode entrar. O Big Ben não está aberto à visitação.
29 de Julho de 2009 às 15:13
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A oferta de entretenimento parece não ter limites. Roda-gigante, carrossel, bate-bate e até montanha-russa têm que passar por um upgrade para continuar agradando - pelo menos na Inglaterra. Por lá, um dos parques que atrai muitos visitantes, especialmente nos finais de semana, nada mais é que um descampado de terra… cheio de escavadeiras.
Diggerland é uma rede de quatro parques (em Yorkshire, Devon, Kent e Durham), e é mais voltado para homens adultos. É nessa classe que é maior o índice de pessoas que deliram ao pegar o volante de um veículo barulhento de 8,5 toneladas. Mas o parque tem opções para todos os gêneros e idades. Algumas máquinas podem ser operadas até por crianças.
O ingresso custa R$ 45 e dá direito ao dia inteiro dirigindo as máquinas à vontade. Muita gente já se diverte só de dirigir os tratores, mas há opções mais elaboradas. Ao pagar tarifas extras é possível participar de atrações especiais, como uma corrida de escavadeiras em um circuito desenhado especialmente para aproveitar ao máximo a competição. Ou então um campeonato de habilidade em empilhadeiras. Quem levar menos tempo para fazer provas como ziguezague em cones, ganha.
22 de Julho de 2009 às 13:29
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Foto: Ponte Milennium em Londres - Inglaterra
A saga do bruxo mais famoso dos últimos tempos tem um universo todo particular. Conheça algumas cidades, igrejas e vilas do Reino Unido que contribuíram para trazer os livros de Harry Potter para as telas de cinema.
Plataforma 9 ¾ - Estação de King’s Cross
A entrada para o mundo dos bruxos é feita pegando-se o Expresso de Hogwarts, um trem que parte da plataforma 9 ¾ da estação King’s Cross. Em homenagem à série, em uma das paredes do anexo onde ficam as plataformas 9 e 10 foi colocada uma placa indicando “Plataforma 9 ¾”, e logo abaixo há metade de um carrinho de bagagem, como se a outra metade estivesse atravessando para dentro da parede, como nos filmes. A fachada da estação usada nas gravações, entretanto, é a da estação Saint Pancras, perto de King’s Cross, mas mais “bacanuda” que a vizinha.
Catedral de Gloucester
Parte do interior de Hogwarts foi filmada na Catedral de Gloucester, no sudoeste da Inglaterra. A construção do século XI emprestou principalmente seus corredores, teto e vitrais, como na cena em que Murta Que Geme inunda o banheiro das meninas.
Catedral de Durham
Cenas de Hogwarts que tinham corredores com abertura para o ambiente externo foram filmadas na Catedral de Durham. Lá fica também a Chapter House, que emprestou seu visual para a sala de aula da professora McGonagall, interpretada por Maggie Smith.
Universidade de Oxford
Perto da Catedral de Gloucester, na Universidade de Oxford, foram filmadas outras cenas da escola, como a recepção da Professora McGonagall e cenas do refeitório.
Ponte Millennium
Sem spoilers graves: ao que parece a ponte Millennium, uma passarela para pedestres que atravessa o rio Tâmisa, acaba destruída em Harry Potter e o Enigma do Príncipe, que estreia nesta quarta-feira.
Lacock
As cenas em flashback que mostram o assassinato dos pais de Harry Potter pelas mãos de Lorde Voldemort foram filmadas em Lacock, uma vila no sudoeste da Inglaterra com construções até do século XIV.
As locações que deram lugar a Hogwarts não têm lago por perto, então os produtores tiveram de levar as filmagens até o Lago Schiel, nas terras altas da Escócia.
15 de Julho de 2009 às 11:40
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