Publicações arquivadas sob Europa
Foto : Vasa Museum é um dos mais peculiares.
Estocolmo é considerada a mais bela cidade da Escandinávia e uma das mais belas da Europa. Formada pela ligação de 14 ilhas, a capital da Suécia mistura áreas verdes com belas construções. Além disso, a riqueza cultural impressiona: são mais de 100 museus e 70 galerias espalhadas pela cidade.
Praticamente quase todos os pontos turísticos podem ser vistos caminhando: 57 pontes conectam todas as ilhas permitindo uma fácil locomoção. O sistema público de transporte não fica atrás, oferecendo dezenas de opções de trem, metrô, ônibus e barca, que se interligam no sistema de bilhete único. A dica é aproveitar as barcas para ter uma visão privilegiada da cidade pelo mar. Se preferir, empresas organizam tours pelos canais.
Uma boa pedida para começar a sua viagem é o The City Hall. Esse patrimônio arquitetônico da cidade com sua torre de 106 metros sedia anualmente o banquete de comemoração do prêmio Nobel. As salas onde ocorrem o jantar, Blue Hall, e a dança, Golden Hall, podem ser visitadas em tours guiados.
Remanescente dos tempos passados de Estocolmo, Gamla Stan também é parada obrigatória. Trata-se de um dos mais belos centros medievais de toda a Europa. Suas ruas estreitas com restaurantes, bares, lojas de lembrancinhas e casas antigas têm um ambiente único. O Stortorget, quarteirão mais antigo da cidade, fica no bairro e possui bons cafés e restaurantes. Mas o local também serve como centro administrativo político. O Royal Palace abriga cinco museus que mostram um pouco da história, costumes e objetos de reis e rainhas suecos.
A monarquia da Suécia, diferentemente de outras, abre seus palácios para o público. O Drottningholm Palace, casa de membros da família real desde 1981, se destaca pela impecável preservação de seus salões, jardins, teatros e obras de arte. Enquanto isso, o Príncipe Eugens deixou como herança uma vasta coleção de pintura no museu que um dia foi a sua casa: Prince Eugens Waldemarsudde.
O Vasa Museum é um dos mais peculiares do mundo. Montado dentro de uma gigante embarcação do século XVII, as nove exposições do museu recebem mais de um milhão de turistas por ano. Já o Moderna Musset é referência em arte moderna e contemporânea, com uma coleção com obras de Picasso, Salvador Dali, Derkert e Matisse. Para o movimento clássico, o Nationalmuseum comporta um acervo dos principais artistas suecos, além de nomes internacionais como Rembrandt, Goya e Degas.
Outras opções são os museus ao ar livre. O Skansen Open-Air Museum possui um ótimo ambiente para conhecer a cultura do país. Uma pequena cidade foi montada levando em conta as tradições suecas. Lá, ainda é possível encontrar um zoológico com animais escandinavos.
Na ilha de Lindingö, Millesgarden merece uma visita. O parque Millesgarden abriga algumas das esculturas do renomeado artista Carl Milles. Entre as mais conhecidas está a Hand of Gods, obra reproduzida em diversas partes do mundo.
Um programa mais afastado do centro leva a conhecer o arquipélago de Estocolmo. Ilhas com seu ambiente rústico e ilhotas desertas formam um verdadeiro retiro da vida urbana em plena capital. Se desejar dormir por lá, há hotéis. Tours diários também partem do centro de Estocolmo.
16 de Dezembro de 2009 às 16:29
Multitour Viagens
Foto:A Praia de Romazzino.
A ilha da Sardenha é toda banhada pelo mar Mediterrâneo. Ela separa da Itália continental o mar Tirreno e é conhecida por suas águas azul profundo e verde intenso por todos os lados. É nela, ao norte, que está a Costa Esmeralda: clássico ponto de encontro de ricos e famosos de toda a Europa, uma das regiões que mais concentra luxo na forma de grifes, iates, jatinhos e belas mansões.
Em Costa Esmeralda, como em toda a Sardenha, são as paisagens que se destacam. As águas do mar são cristalinas, e o verde da paisagem é uma amostragem do cerrado local, com o odor na atmosfera do tomilho, o alecrim e o orégano brotados sobre o granito das faixas litorâneas. Mas o que atrai na região é a alta concentração de fama, riqueza e beleza.
Para acompanhar o roteiro de milionários e famosos, comece pelas suas célebres praias. Spiaggia del Principe é uma delas. Isolada, é escolhida por celebridades que passam o tempo e curtem um clima romântico.
Spiaggia Pevero é outra praia favorita entre os famosos. De areias claras e finas e com infraestrutura, conta com bar, albergue, restaurante e outros serviços.
Já em Liscia Ruja não é raro descobrir os paparazzi misturados com vendedores ambulantes e artistas que fazem tatuagens. E se para comer encontra-se sem dificuldade, e por preços mais em conta, algumas opções típicas dos sardos, como o pane carasau e o pecorino de queijo, além dos vários paninis, valem a pena.
Por exemplo, em Cervo, o Piazzetta serve excelentes pizzas (sai 25 euros por pessoa, sem contar o preço do vinho). Porém, no Yacht Club e no Gianni Pedrinell’s, fique de olho: estes são muito caros. Se quiser jogar golfe, tente umas tacadas no Pevero Golf Club, um dos melhores campos de golfes da Europa (fica 125 euros a entrada). E se o seu esporte for a vela, no período de setembro, pode assistir ao Maxi Yacht Rolex Cup, prova de iatismo onde, além dos competidores, são atracadas várias embarcações grandiosas.
E se não possuir uma mansão nas redondezas, pode conseguir uma hospedagem em Porto Cervo, o local mais próximo das praias da Costa Esmeralda, com preços que variam entre 600 euros e 2000 euros a diária. Destacam-se ali os luxuosos hotéis como o Cala Di Volpe, Romazzino, Pitrizza e o Hotel Le Ginestre.
17 de Novembro de 2009 às 16:37
Multitour Viagens
Foto: Suiça - St. Moritz
Dezembro e janeiro são sinônimo de dias frios no Hemisfério Norte. Alguns podem acreditar que isso seja motivo para ficar no Brasil ou fugir de cidades como Nova York, Paris e Londres. Mas, para outros, essa época torna-se uma excelente oportunidade para aproveitar diversas montanhas cobertas de neve em ótimo estado para esquiar. Próximo do inverno, o site britânico CNtravaller.com divulgou a lista dos 10 melhores lugares para esquiadores aproveitarem a temporada gelada na parte de cima da linha do Equador. Estão incluídas pistas na Europa, América do Norte e até na Índia.
1) Äre, Suécia
Referência absoluta na Escandinávia, Äre consegue atender a todos os níveis. Além das pistas fáceis para iniciantes, há opções para os mais experientes. Já os aventureiros podem saltar de helicóptero no topo da montanha e encarar pistas selvagens. A cidade ainda oferece diversas outras atividades ligadas à neve ou não. Passeios de teleférico e trenó de Huskies Siberianos, safári no snowmobile e pular na mais longa tirolesa da Europa são imperdíveis. Durante a noite, Äre é uma cidade bem animada, com seus restaurantes, bares e boates.
2) Aspen, Estados Unidos
Aspen oferece uma vasta estrutura de transporte. Dividida em quatro diferentes estações, 39 teleféricos e um completo sistema de ônibus integram todas as pistas. Ajax é para esquiadores e snowboarders de nível avançado. Buttermilk é para iniciantes. Snowmass e Aspen Highlands se destacam pela diversidade atendendo todos os níveis. Andar de balão, visitar as mais de 200 lojas e galerias espalhadas pela cidade também são opções de entretenimento.
3) Courchevel, França
Parte da Les Trois Vallées, maior área de esqui do mundo, Courchevel é um complexo de quatro vilas que mudam de acordo com a altitude. À medida que os locais vão subindo, o luxo segue o fluxo. A Courchevel 1850, de maior altitude, é também a mais chique. Lá, encontram-se restaurantes premiados, hotéis cinco estrelas e chalés fabulosos. A estação de esqui é mantida com cuidado e oferece opções para todos os níveis e idades. Diversas pistas técnicas e selvagens atendem a demanda dos que procuram desafios.
4) Fernie, Canadá
Um paraíso para quem quer ir aos limites. Fernie é um complexo de mais de mil hectares de montanhas íngremes e acidentadas. Suas pistas estão entre as mais perigosas e extremas do mundo para a prática de esqui. Nos pontos mais críticos, os declives podem chegar até 40 graus.
5) Himachal Pradesh, Índia
Seguindo a linha radical, Himachal Pradesh é outro destino para viciados em adrenalina. Esqueça teleféricos: a única maneira de chegar a mais de 5 mil metros e descer a cordilheira do Himalaia indiano esquiando é de helicóptero. O requisito básico para participar dessa aventura com paisagens formidáveis é participar de uma aula sobre como agir em caso de avalanche. A cidade base é Manali, um emaranhado caótico de mercado, ruas movimentadas e casas de pedra.
6) Sierra Nevada, Espanha
Saindo da cidade de Granada por uma estrada de 32 quilômetros chega-se ao ponto de esqui mais ao sul da Europa. Do topo da montanha é possível ver cordilheiras montanhosas do Marrocos. Um dos grandes atrativos é o clima agradável, com temperaturas não tão baixas e sol mesmo no inverno. Não deixe também de aproveitar a beleza de Granada com seus palácios, museus e típicos bares tapas considerados uns dos melhores da Espanha.
7) St. Moritz, Suiça
O St. Moritz é o mais antigo resort de esportes de inverno do mundo e ainda símbolo de glamour. Localizado nos Alpes suíços, ao lado dos lagos Upper Engadine, o hotel oferece excelentes opções de esqui, principalmente para pistas selvagens. A estação indicada para iniciantes é a Corviglia, mais próxima do centro da cidade. Para os mais experientes, Diavolezza e Lagalb podem ser alcançadas de trem ou ônibus. Outros esportes curiosos que podem ser praticados são pólo, críquete, golfe e corrida de cavalo no gelo.
8) Taos, Estados Unidos
Apesar do resort local ter uma reconhecida escola de esqui, os que mais aproveitam as pistas de Taos são os experientes. A cidade, há cerca de 30 quilômetros do hotel, é um encontro de diversas culturas nativas americanas. Durante os anos de 1890, Taos transformou-se em uma colônia de artistas que inspiraram nomes como DH Lawrence and Georgia O’Keeffe.
9) Verbier, Suiça
Verbier se tornou a capital europeia de esqui e frio. Com grande diversidade de opções de restaurantes e bares, a estação atende a todos dos gostos. Um das peculiaridades são suas pistas selvagens mais moderadas. Se desejar, voo de parapente e trenó de huskies siberianos são alternativas de lazer.
10) Whistler, CanadáSede das Olimpíadas de Inverno de 2010, Whistler é conhecida pela qualidade de sua neve e pela quantidade de estrangeiros que passam por lá. Suas excelentes pistas oferecem as mais contínuas quedas verticais do continente americano nas montanhas de Whistler e de Blackcomb. Um novo teleférico será implementado na rede de transportes do resort.
às 16:28
Multitour Viagens
Vinte anos se passaram desde que o Muro de Berlim foi derrubado. Nesse tempo, a cidade sofreu uma grande transformação. Onde havia ícones de confronto ideológico, hoje florescem o comércio e os serviços do capitalismo. A arquitetura arrojada, as grifes cool e o design tomaram conta dos bairros que outrora foram palco do confronto político entre as potências. Mas a cidade guarda marcas de seu passado, e o turista as encontra a cada passo.
A primeira marca, não poderia ser diferente, é o célebre Muro. Parte dele corta a cidade, bem que ultimamente funcione como uma galeria de artes a céu aberto. Como parte das comemorações pelas duas décadas da queda do Muro, 85 artistas foram convidados para representar a alegria em torno da reunificação da cidade.
Além disso, na Bernauer Strasse, entre Mitte e Prenzlauer Berg, o que restou do Muro hoje funciona como memorial para os mortos que buscaram seu destino atravessando a fronteira e não conseguiram. Aliás, resquício dos ferrenhos controles, há o Checkpoint Charles, aberto para visitações: uma pequena casa branca fazia parte da estrutura física do controle ocidental de circulação de estrangeiros, onde funciona também o Museu do Muro, que conta a história dos muitos que tentaram passar do lado Oriental para a Berlim capitalista.
A famosa Potsdamer Platz, que já foi dividida, hoje é referência da modernidade de Berlim, tanto na arquitetura quanto na moda e nos negócios. Além disso, o Prenzlauer Berg, ex-Berlim Oriental, tornou-se uma das principais referências para quem deseja curtir a noite.
Um outro monumento que foi aberto com a queda do Muro é a Porta de Brandenburgo. Cartão postal da cidade, o local esteve fechado ao tráfego de pedestres e automóveis por cerca 30 anos, durante o periodo do regime soviético. Entretanto, com o fim da Guerra Fria, esse marco na cidade construído em 1791, quando a Alemanha ainda chamava-se Prússia, voltou a estar aberto ao público e aos carros, e virou um dos principais marcos de reunificação do país.
10 de Novembro de 2009 às 11:59
Multitour Viagens
Publicações anteriores