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Esticar o dinheiro das férias, ou alcançar destinos normalmente mais distantes do orçamento, é possível para quem se planejar. Existem épocas que museus ficam vazios, as praias desertas e, principalmente, os preços compatíveis com o seu bolso. Por exemplo, quem quiser ir à Europa, deve reservar um tempo entre outubro e março. Durante essa época, os hotéis estão mais baratos (tirando semana de Natal e Ano Novo) e, de quebra, as principais cidades ficam bem mais vazias.
Claro, é preciso ficar atento para o clima: principalmente os meses de dezembro e janeiro podem ser muito frios e com dias curtos. Em Londres, por exemplo, além das baixas temperaturas, chove bastante e o sol se põe antes das quatro horas e, por isso, o melhor é conhecer a cidade entre outubro e novembro, quando as temperaturas estão um pouco mais elevadas e ainda é possível encontrar bons preços.
Paris é outro caso de uma cidade onde a inteligência e o bom planejamento fazem diferença no bolso. Durante os meses de dezembro e janeiro, sempre esquecendo a última semana do ano, é possível subir a Torre Eiffel ou visitar o Louvre sem se preocupar com as numerosas filas. Entre os destaques dessa época do ano estão os desfiles de moda que tomam conta da cidade. Além disso, a “Cidade Luz” ainda recebe uma belíssima iluminação de Natal que faz jus ao codinome dado à capital francesa.
Alguns alimentos de luxo, que normalmente atingem preços proibitivos, como o foie gras, ficam bem em conta nesse período do ano. Procurando com atenção, é possível jantar num dos muitos pacotes oferecidos por restaurantes e bistrôs, o vinho da casa (peça un pichet, uma jarra) costuma ser bem melhor do que a maioria dos tintos de preço médio nas prateleiras dos restaurantes brasileiros. Compre um guia de atrações (o Pariscope, por exemplo) e atente para as propostas gratuitas: concertos, mostras de arte e peças de teatro costumam ser oferecidas.
Muitos países da ex-União Soviética ainda estão passando por um processo de incorporação à União Europeia e por isso oferecem bons preços comparados com o resto da Europa. Praga, na República Tcheca, e Budapeste, na Hungria, são dois bons exemplos: vale a pena aproveitar antes que fiquem caras. E vale lembrar que o preço da sua viagem não está apenas condicionada pela época: é possível economizar com passagens, comida e hospedagem.
Para circular pela Europa, fique atento a sites das companhias aéreas EasyJet e Sky Europe, que sempre oferecem excelentes promoções. Para achar um lugar onde dormir com sossego talvez seja negócio reservar um quarto individual em albergues, que têm preços mais amenos. Mas se ainda desejar a tranquilidade de um hotel, procure a melhor opção para o seu bolso em sites especializados.
Como na Europa, a baixa temporada dos Estados Unidos é no inverno do Hemisfério Norte. Assim, em Nova York e os melhores meses, no que diz respeito a preços, são entre dezembro e março. Os hotéis ficam bem mais em conta. Mas é importante estar bem agasalhado: a “Grande Maçã” fica congelada. Para quem curte neve é grande a chance de ver o Central Park todo branco. Além disso, assim como Paris, a Quinta Avenida fica um espetáculo à parte por estar toda decorada para o Natal.
Já para ir à Disney, janeiro, setembro e dezembro são os meses mais vazios e portanto mais baratos. Vantagem adicional: os parques ficam tranquilos e pode-se repetir quantas vezes quiser os brinquedos, sem se preocupar com filas. Segundo os funcionários do parque, dezembro é o melhor mês, pelas decorações e a programação especial para o Natal.
Mas se o negócio for fugir dos preços altos sem ter de passar frio na empreitada, vá para o Caribe em maio. Além de estarem 50% mais baratos que nas altas temporadas, os resorts ainda oferecem praias vazias com uma temperatura extremamente agradável. Mais barato ainda é entre julho e novembro, mas é a temporada de furação na América Central, por isso é bom tomar cuidado.
26 de Outubro de 2009 às 10:21
Multitour Viagens
Não é, como temos tendência a acreditar, um mal exclusivo de nossas praias aproveitar-se dos turistas ou tirar um dinheiro extra daquele freguês que não conhece a língua ou os costumes. Acontece também em cidades mais “civilizadas”. Paris, por exemplo. É o que afirma um levantamento do site Rue89, que resolveu testar a honestidade dos garçons e dos patrões locais escondendo uma jornalista no meio de um grupo de jovens americanas. O resultado foi claro: o turista paga mais.
A experiência começou num café, na Ile de la Cité. A conta: 6,80 euros o café au lait (café com leite), 13 euros a cerveja. Muito mais do que um parisiense iria, normalmente, pagar. Como isso aconteceu? O pedido foi feito em inglês: “Two coffees, two hot chocolates and one beer, please”. O garçon pergunta, sem mencionar preços: “Coffees with milk?”; e responde o cliente: “yes, please”. Frase que irá lhe custar 3 euros a mais. “And the beer, medium or large?”: o jornalista, assumindo que “large” será uma “pint” (cerca de meio litro, medida usada nos EUA), pede a segunda. Vem um litro. Ou seja, “a large beer” não significava uma “pint”, mas um litro.
É assim que você paga a mais quando visita Paris. Não será cobrado um preço errado, diferente do que consta no cardápio, o que seria fora da lei. Mas pagará por porções maiores, exageradamente caras. Dentro da lei. Ou quase: em alguns casos, os restaurantes “esquecem” de colocar bem visíveis os preços das porções extras que são propostas aos turistas. Uma salada, oferecida en passant: 5 euros extra. O café do parisiense, 2 euros; o do turista, já é 7.
“É verdade: praticamos três tipos de preço: habitués, turistas e o resto”, disse ao site francês um garçom de Saint-Michel, um dos bairros mais visitados por turistas. E agregou: “As pequenas trapaças são propor complementos sem especificar que serão cobrados a mais, encher de gelo um copo de Coca; servir no copo uma soda comprada muito barata, quando o cliente pede uma Sprite. Dizer que na calçada serve-se uma certa quantidade mínima, ou se recusar a servir quem parece não querer gastar muito. Ou, ainda, se negar a fornecer um copo d’água, dizendo que há somente em garrafa”. Pois é: mesmo em Paris, ande com cuidado.
10 de Setembro de 2009 às 15:52
Multitour Viagens
A maior cidade da América Latina, São Paulo, guarda um riquíssimo circuito cultural e turístico que pode ser explorado sem gastar muito dinheiro. Aliás, praticamente de graça. São museus, teatros, igrejas e verdadeiros monumentos ao ar livre que podem ser visitados ou simplesmente admirados pela sua beleza em meio ao caos de uma metrópole. Sem contar as inúmeras festas tradicionais realizadas na cidade ao longo do ano.
Para fazer este passeio pela capital mundial da gastronomia, dos negócios e das compras, sem precisar de muito dinheiro, basta escolher a região e explorar suas riquezas, às vezes escondidas por trás de grandes avenidas. Mas reserve pique para andar a pé, pois é a melhor forma de aproveitar o passeio por determinado bairro.
Entre as regiões mais conhecidas e turísticas de São Paulo, destacam-se o centro, que preserva boa parte da história da cidade, a Liberdade, maior colônia japonesa fora do Japão, a Vila Madalena e Pinheiros, bairros que concentram a agitada vida noturna, e a famosa Avenida Paulista, importante centro econômico e que reúne belas obras.
As festas são uma atração à parte. O carnaval, sem dúvida a festa mais conhecida do Brasil, arrasta turista de diversos cantos do país. Há ainda tradicionais eventos italianos, como as festas de Casaluce e da Nossa Senhora Achiropita. Diversão boa e barata.
31 de Julho de 2009 às 11:40
Multitour Viagens
Espalhadas pelas imponentes praias cariocas, diversas atrações revelam um circuito cultural e turístico, bom e barato, para se aproveitar no Rio de Janeiro. Praias, calçadões, monumentos e pontos que proporcionam uma vista panorâmica da beleza desta cidade contrastam com morros e favelas, provocando um cenário harmonioso sem igual, uma atração por si só.
Embora sua grandiosidade, é possível fazer um passeio turístico pelo Rio sem carro, aproveitando melhor o ar e sol carioca, sem contar a noite, quando as pessoas se reúnem em famosos pontos de encontro espalhados pelas praias da cidade.
Entre os bairros, o turista encontra praças, parques e museus que retratam a história da cidade, bons lugares para um turista visitar. Quem preferir curtir apenas o litoral, basta escolher entre praias que já inspiraram até música como Copacabana, Ipanema, Barra da Tijuca, entre outras.
De recordação, além da sua memória e possíveis fotos deste paraíso, você pode ir às compras, boas e baratas, passeando pelas tradicionais feiras e ruas comerciais da cidade e procurar entre os diversos objetos de recordação.
27 de Julho de 2009 às 18:48
Multitour Viagens
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