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A ilha foi descoberta pelos portugueses, em 1505. Foi primeiro colonizada pelos holandeses, em 1638, e nomeada em honra ao príncipe Maurício de Nassau. Os franceses controlaram a ilha durante o século XVIII e a renomearam para Ilha da França. A ilha foi tomada pelos britânicos em 1814, que restauraram seu nome anterior.
A independência aconteceu em 1968, mas a Maurícia manteve como Chefe de Estado o monarca do Reino Unido e apenas se tornou república em 1992, dentro da Commonwealth. A ilha Maurício possui um governo democrático estável com eleições livres e regulares, e direitos humanos positivos, consequentemente atraiu grande investimento estrangeiro, ganhando assim a maior renda per capita da África.
A própria ilha Maurícia é dividida em nove distritos: Black River, Flacq, Grand Port, Moka, Pamplemousses, Plaines Wilhems, Port Louis, Rivière du Rempart e Savanne.
Outras três ilhas são também são parte do Maurício: Agalega, Cargados Carajos ou São Brandão, e Rodrigues.
Aproximadamente 44% dos mauricianos professam o hinduísmo e 33% são cristãos, sendo os católicos a maioria nesse grupo. O país ainda conta com 17% de muçulmanos. Cerca de 3% da população é formada por ateus e por aqueles que não professam nenhuma fé.
O inglês é uma das línguas oficiais e é particularmente cultivada pela população de origem indiana. A outra língua oficial é o francês. A língua de comunicação habitual é o Marisyen, uma língua crioula construída com base no francês. Muitos dos imigrantes indianos e chineses ainda falam as suas línguas de origem.
21 de Julho de 2009 às 11:19
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Para quem assistiu documentários como “Mundo Animal”, ou seriados como “Daktari” e “Okavango”, é muito difícil imaginar que uma cidade africana possa ostentar edifícios tão altos, e com arquitetura tão arrojada, quanto os encontrados nas grandes metrópoles européias e norte-americanas!
Johannesburgo realmente conseguiu esse feito, transformando-se no coração econômico do país, a despeito dos sérios problemas de segurança, que ocasionaram um verdadeiro êxodo de sua área central; atualmente, os escritórios e lojas deslocaram-se para bairros periféricos, como Sandton e Rosebank.
Ainda assim, a cidade vale a pena ser vista, porque conta com bons museus, restaurantes e shopping centers e, também, é o principal ponto de partida das rotas que levam ao Kruger National Park e Sun City.
17 de Julho de 2009 às 16:07
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Capital administrativa da África do Sul, Pretória tem grande importância histórica, pois aqui residiu um de seus filhos ilustres, Paul Kruger, um dos líderes da independência da República do Transvaal.
Os edifícios elegantes, as ruas arborizadas com jacarandás nativos do Brasil e os museus com acervos riquíssimos fazem de Pretória uma cidade muito atraente.
às 16:00
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Localizada no Oceano Índico, Durban é a mais africana das cidades sul-africanas, pois seu clima extremamente quente contribui para torná-la o retrato fiel da África na imaginação das pessoas, imagem essa enfatizada por seus impressionantes mercados de rua.
Outro atrativo de Durban são as ótimas praias, que costumam ficar repletas de surfistas. Uma grande comunidade indiana se faz presente, o que favorece o enriquecimento da cultura em todos os seus aspectos, especialmente na culinária.
às 15:46
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