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Cancún é o principal destino turístico do México, país de 105 milhões de habitantes e berço de culturas ancestrais como a maia e a asteca. O balneário de hotéis luxuosos diante de um mar azul-turquesa fica na Península de Yucatán, a duas horas de vôo da capital, Cidade do México, e atrai multidões de norte-americanos sobretudo de novembro a março, a alta temporada.
De abril a junho os preços baixam, enquanto sobem a temperatura e a umidade do clima tropical. Em julho, volta a ser temporada de férias e de calor para turistas do hemisfério sul fugindo do inverno. Depois de agosto e até outubro, instala-se a temporada dos furacões.
A cidade está sendo reconstruída desde a devastação provocada pelo furacão Wilma, em outubro de 2005. Toneladas de areia branca e milhares de palmeiras foram injetadas na orla, que se estende por cerca de 20 km da famosa Zona Hotelera, onde se concentram centenas de opções de hospedagem e diversão.
Cancún tem a vida noturna mais animada do país. Se em paraísos como Aruba a noite conta com comportados freqüentadores de cassinos e boêmios para quem a maior contravenção é mergulhar numa Piña Colada gigante, na cidade mexicana a excitação costuma subir para dançar nas mesas, em casas de show com múltiplos ambientes, com ou sem participação especial de drag queens e strippers. É outro nível.
Contribui para a descontração a qualidade do catálogo de tequilas servido nos bares e restaurantes.
Mar agitado e sítios arqueológicos
O mar nem sempre está para banhistas em Cancún. No lado caribenho da orla, do km 10 ao km 20 do Boulevard Kukulkán, fortes correntezas, anunciadas por bandeiras coloridas, podem proibir a entrada na água. Se nadar e mergulhar de snorkel são programas básicos das férias escolhidas, em especial para famílias com crianças, então é melhor optar pelos hotéis próximos às praias da Bahía de Mujeres, como Tortugas e Langosta.
A prática de esportes aquáticos (jet ski, parasail, caiaque) também ocupa as imensas lagoas que desenham a cidade dividida em El Centro e Zona Hotelera. E a adrenalina de nadar com golfinhos ou mergulhar desde cinco metros de altura avança até os grandes parques aquáticos distantes do balneário, como Xcaret, Xel-Há e Garrafón, este na vizinha Isla Mujeres.
Além da vida noturna digna de nota, duas qualidades somam pontos para Cancún na comparação com destinos em que o forte é o relax na praia em verão prolongado: a proximidade de sítios arqueológicos importantes e a gastronomia mexicana.
27 de Agosto de 2009 às 14:36
Multitour Viagens
Pense em um lugar para desfrutar de praias paradisíacas, olhar para um infinito mar azul e fazer pouquíssimo esforço. A 205 km ao leste da capital Santo Domingo, Punta Cana é destino de praia número 1 no Caribe. Em 2008, a região que combina sol o ano inteiro e hotéis com tudo incluído (os famosos all-inclusive) recebeu cerca de 2 milhões de turistas, de um total de 4 milhões que desembarcaram no país. Basta colocar a pulseirinha e desfrutar de todos os mimos e facilidades que as instalações dos hotéis oferecem.
O nome que deu origem ao destino, que abriga sete praias principais, foi emprestado de uma delas, a homônima Punta Cana. Ao todo, são 50 quilômetros de praias ininterruptas que atraem casais em lua-de-mel e muitas famílias em todas as épocas do ano. Sim, porque a República Dominicana está na região central do Mar do Caribe e, por isso, tem clima estável e a sua temperatura varia pouco.
O turista que visita a região não encontrará uma cidade. A região é composta por hotéis (muitos!) e cada um deles é um complexo autosuficiente e ensimesmado, que oferece atividades suficientes para uma semana de estadia. Toda a rede hoteleira está interligada por avenidas e está em fase de construção uma estrada que ligará Santo Domingo às praias de Punta Cana, facilitando ainda mais o acesso à elas.
Mais recente do que a era dos all-inclusive, que se instalou em Punta Cana há algum tempo, o projeto turístico de luxo Cap Cana, que ocupa uma área de 35 km2, abriga cinco grandes empreendimentos. Nesse novo complexo, o visitante pode desfrutar de uma privacidade e tranquilidade de artistas e milionários. Mais ao norte, o Roco Ki, que está previsto para ser inaugurado na região da praia de Macao em 2010, também é um empreendimento de luxo que está se consolidando na região.
Se cansar da mordomia e das facilidades de seu hotel, o visitante também pode praticar esportes aquáticos como mergulho, snorkeling, kitesurfing, etc, e fazer o passeio mais procurado pelos turistas que desembarcam no país até a Ilha Saona, área preservada que pertence ao Parque Nacional del Este. Os barcos costumam ir cheios de estrangeiros que dançam ao som de reggaeton, salsa e merengue, este último ritmo típico do país. Na volta, uma piscina natural de 1 metro e meio espera a todos.
Site do país - www.dominicana.com.do
Sites de turismo do país -www.godominicanrepublic.com e www.republicadominicana.tur.br
Idioma - Espanhol (fala-se inglês principalmente nas áreas turísticas)
Moeda - Pesos dominicanos
Valor de troca - 1 peso dominicano vale aproximadamente 0,03 dólares americanos
Fuso horário - 2 horas a menos em relação a Brasília, quando estamos em horário de verão
DDI - 1 (o mesmo dos Estados Unidos)
Código de acesso de Punta Cana e região - 809 (o mesmo de Santo Domingo)
Emergência - 911 ou (809) 688-8727
às 13:57
Multitour Viagens
Poderíamos dizer que Bocas del Toro é uma província ao noroeste do Panamá, na divisa com a Costa Rica, e que a cidade tem cerca de dez mil habitantes. Que o conjunto de seis grandes ilhas (e aproximadamente 200 ilhotas) foi habitado desde 1826 por imigrantes trazidos da Jamaica para trabalhar nas plantações banana. Mas nada disso daria conta da magia deste arquipélago de águas transparentes, longas praias de areia branca e ilhas cobertas por uma vegetação tropical densa, muitas delas desabitadas. Nem do luxo simples da sua hotelaria ou da ampla oferta de ecoturismo: do mergulho que permite apreciar os corais ao surfe nas longas ondas. E ainda menos do tom suave, doce e gentil dos locais.
Pode se chegar a Bocas del Toro num pequeno avião ou (se quiser mais aventura com menos custo) pegando um ônibus desde a Cidade do Panamá até a cidade de Almirante (US$ 23), e de lá um táxi para Changuinola, de onde saem os primeiros barcos para Bocas del Toro às 6 horas da manhã (por US$ 7 em uma hora de viagem).
Uma boa dica é instalar-se três ou quatro dias em Isla Colón ou em Isla Carenero, num hotel frente ao mar (US$ 30 a 40 por pessoa), para daí percorrer as ilhas e ilhotas (o passeio em barco custa na média US$ 15 por pessoa). Procure as intocadas praias da Ilha Bastimentos, passando pela Baía dos Golfinhos, para ainda chegar à Ilha Red Frog, uma propriedade privada que foi transformada em parque natural (onde cobram US$ 5 por pessoa para a entrada). Há também o serviço de táxi marítimo, que leva quem quiser mergulhar ou pescar lagosta.
Outro ponto interessante é a Ilha dos Pássaros, em frente à Ilha Cólon, que serve de refúgio a centenas de aves migratórias. A culinária local é simples, composta basicamente de peixes e frutos do mar, acompanhados do famoso arroz com coco. Vai uma cerveja local? Peça uma Balboa, uma Panamá ou uma Atlas. Algo mais forte? Há (literalmente) centenas de variedades de rum para experimentar. Balada? O point é o Barco Hundido, na Isla Colón, mas vale também uma voltinha pelo Aqua Lounge, em Carenero. Ambos estão à beira mar e lá você pode conhecer gente do mundo todo.
17 de Agosto de 2009 às 10:51
Multitour Viagens
O país de Bob Marley é destino quase obrigatório para quem gosta de praias. Elas circundam toda a Jamaica, e uma fina, porém longa faixa sobressai no cenário. A Seven Mile Beach já leva no nome sua principal característica: a maior praia do país tem 11km de areia branquinha com muitas opções de lazer.
A praia fica na cidade de Negril, no extremo oeste do país. O movimento é intenso, tanto de turistas quanto de muitos vendedores ambulantes. Apesar disso, a areia fofa é mantida sempre limpa. Para aliviar o calor, o visitante pode relaxar sob as palmeiras plantadas em vários pontos da praia ou aproveitar o característico mar azul caribenho. Vale a pena fazer mergulhos guiados, pois a fauna submarina é riquíssima de peixes e muitos recifes de corais.
Ao longo de Seven Mile existem diversos resorts voltados aos nudistas. Em alguns pontos abertos também é possível ver mulheres fazendo topless, mas é bom se certificar antes de ser o primeiro a ir tirando a roupa. Em certas áreas, mesmo o nudismo parcial é estritamente proibido!
Uma parte da praia é bastante rochosa, de onde os aventureiros costumam dar mergulhos mais radicais. Os banhistas têm estrutura de sobra, com muitos chuveiros espalhados e quiosques para comes e bebes. A areia costuma ter gente até o entardecer, e o pôr do Sol realmente vale a pena. Com a chegada da noite os quiosques vão ganhando ares de balada, e a praia sedia shows quase diariamente, a maioria de reggae, claro.
Na ponta norte está a maior concentração de grandes resorts, com clima mais agitado e espaço interno para lazer. Na ponta sul ficam os pequenos hotéis familiares, mais tranquilos e voltados para hospedagem.
12 de Agosto de 2009 às 09:24
Multitour Viagens
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