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Foto: Cassino The Bellagio - Las Vegas, EUA
Vira e mexe volta à baila o tema da legalização dos bingos no Brasil. À parte qualquer polêmica, existem oportunidades para se jogar em vários lugares do mundo. Conheça abaixo alguns dos maiores cassinos do mundo.
The Bellagio - Las Vegas, EUA
Um dos mais tradicionais de Las Vegas, sua sala de pôquer abriga rodadas de vários campeonatos mundiais. O cofre subterrâneo foi o alvo principal de George Clooney e seu grupo de ladrões chiques no filme Onze Homens e um Segredo. Informações pelo site http://www.bellagio.com/casino.
Conrad - Punta Del Este, Uruguai
A opção mais perto para os brasileiros fica em Punta Del Este, no Uruguai. O Conrad Resort é o maior cassino da América Latina, e é administrado por uma das maiores companhias americanas do ramo dos jogos. Para quem estiver com a família, existe serviço de monitores 24h. Informações pelo site http://www.conrad.com.uy.
Monte Carlo - Monte Carlo, Mônaco
É um dos cassinos mais tradicionais do mundo. Não podia ser diferente, já que foi aberto ainda no século XIX e até hoje é um dos mais procurados pelos amantes de jogos. Algumas áreas exigem traje fino e dá para reservar espaços para jogos particulares com os amigos. Informações pelo site http://press.montecarloresort.com.
Venetian Macao - Macau, China
Apesar da localização, o cassino não parece uma construção chinesa ou sequer oriental. Sua arquitetura é baseada mais no nome, e homenageia o clima veneziano, incluindo até canais pelos quais se pode passear em gôndolas. Informações pelo site http://www.venetianmacao.com.
Atlantis Resort - Nassau, Bahamas
Em pleno Caribe, aqui o jogador pode comemorar ou afogar as mágoas depois do jogo com um mergulho no oceano Atlântico ali ao lado. Aliás, mesmo dentro do cassino a decoração aproveita água e palmeiras para manter o clima das Bahamas. Informações pelo site http://www.atlantis.com.
Crown Casino - Melbourne, Austrália
O hotel do Crown tem um cassino de alto luxo com opções de jogos para amadores e profissionais, além de pistas de boliche, casa de shows e cinemas. Depois da farra, há ainda o spa, com serviços especializados de massagem e hidratação. Informações pelo site http://www.crowncasino.com.au.
12 de Agosto de 2009 às 09:14
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Foto: Casa de Adoração
Dizem que ninguém volta igual depois de uma viagem à Índia. É verdade. E Nova Déli resume bem as contradições desse país que une a milenar cultura indiana com o que há de mais moderno no mundo. Nas ruas da capital, as vacas contrastam com os edifícios recém-construídos. As mulheres vestidas de sáris aparecem em carros do ano. Tudo em meio a um trânsito caótico, onde carros, motos, rickshaws e pedestres brigam por um espaço nas ruas cheias de lixo. Não é bobagem dizer que lembra o cenário de um filme. Para entender Nova Déli é preciso se despir de preconceitos e se abrir para receber uma nova cultura.
Na Índia é tudo muito barato, mas antes de comprar ou contratar um serviço é preciso negociar. A pechincha faz parte do comércio e para se dar bem é preciso ter paciência e cara de pau. Nunca pague mais do que a metade do valor oferecido inicialmente, principalmente em roupas ou artesanatos. Não demonstrar muito entusiasmo com o produto, também ajuda a baixar o preço. Só dá para ter certeza de quanto custam os refrigerantes, salgadinhos e bolachas industrializados. Eles vem com os valores marcados de fábrica na embalagem.
A Índia é um país extremamente religioso. Por onde se olha, há imagens de um dos milhares de deuses do hinduísmo, a religião mais comum. Brahma, Shiva e Vishnu são os mais importantes e foram responsáveis para a formação do mundo como é hoje. Outros deuses bastante adorados são o Ganesha (aquele que tem muitos braços e uma cabeça de elefante) e o Krishna (que anda tocando uma flauta). A entrada nos templos é permitida aos turistas, mas é preciso deixar os sapatos do lado de fora e as fotos são proibidas. Todos os dias, no final da tarde, preces religiosas são entoadas nas ruas ou nos templos.
6 de Agosto de 2009 às 17:50
Multitour Viagens
Com o equivalente à população total da Califórnia espremida numa área um pouco menor do que o Havaí, Tóquio transformou-se da capital destruída pelas bombas da Segunda Guerra no coração de uma das maiores economias mundiais em pouco mais de 50 anos. Depois de uma estagnação econômica de dez anos, a cidade finalmente voltou a crescer, e novos projetos e construções, como o Roppongi Hills e o Tokyo Midtown, mudam a paisagem de uma cidade que nunca é igual por dois dias seguidos. E, enquanto se prepara para sua candidatura como sede olímpica em 2016, Tóquio continua sendo a combinação perfeita do Japão tradicional e do que há de mais moderno disponível no mundo.
Em Tóquio, a eficiência dos serviços urbanos e a segurança da cidade surpreendem até o mais viajado dos turistas. A cidade conta com o mais eficiente sistema de transporte do mundo, com trens, ônibus e metrôs que funcionam assustadoramente no horário, e policiais que, por causa da baixíssima criminalidade, gastam mais do seu tempo dando informações turísticas do que caçando bandidos.
Por outro lado, a modernidade desaparece nas ruelas cercadas de casas tradicionais de madeira, nos caixas eletrônicos que fecham às cinco da tarde e no comércio que ainda reluta em aceitar cartões de crédito. Para o turista, passa longe de ser uma cidade de fácil navegação: as ruas não têm nome, prédios e casas não têm números e há pouquíssimas informações em inglês. Mas, em compensação, é uma cidade limpa, segura e cheia de gente simpática e educadíssima, que sempre sai do próprio caminho para ajudar alguém perdido.
A gigantesca metrópole parece se espalhar numa área quase sem fim. A região central é formada por 23 prefeituras distintas, ou ku (Minato-ku, Shibuya-ku, Shinjuku-ku, etc.), e a metrópole conta ainda com mais 26 “cidades” ou shi, situadas na região oeste (Chofu-shi, Musashino-shi, Tama-shi, etc.). Quando se fala em toda região metropolitana, geralmente incluem-se também as áreas de Chiba, Kanagawa e Saitama, por onde Tóquio também se estende. A região central é circundada pela linha de trem Yamanote, a principal e mais importante da cidade. É dentro dela que você vai encontrar todas as maiores atrações e o que Tóquio tem de melhor.
3 de Agosto de 2009 às 15:48
Multitour Viagens
Todas as tendas do hotel Oberoi Rajvilas, em Jaipur, possuem ar-condicionado, banheiras e uma área externa privativa. Nas mais simples, cama king size e um closet são os principais agrados. A categoria Royal permite que os visitantes desfrutem de duas tendas: uma serve de dormitório, enquanto a outra é a sala de jantar para seis pessoas. Um jardim particular possibilita que as refeições sejam feitas ao ar livre, mas com privacidade.
Para quem deseja socializar com os outros hóspedes, a piscina e a academia de ginástica são os locais mais indicados. Além desses espaços, há quadras de tênis e um campo de golfe para os esportistas. Todas as construções lembram palácios indianos, inclusive os dois restaurantes, que possuem uma decoração exageradas como nos filmes de Bollywood.
A rede Oberoi foi a primeira a inaugurar hoteis de luxo na Índia. Hoje, eles possuem mais de 10 empreendimentos no país, entre eles um navio que realiza percursos de quatro dias pela costa indiana. Assim como nas tendas, em alto-mar você pode até esquecer que não está em um quarto comum de um resort.
Tanto luxo em situações peculiares como essas tem seu preço: uma noite nas melhores tendas do hotel Oberoi de Jaipur custa aproximadamente R$ 3,1 mil. O passeio de navio tem quase o mesmo preço. Porém, para quem deseja conhecer o máximo da ostentação, há o hotel sete estrelas da rede, cuja suíte com vista para o Tal Mahal tem diárias de cerca de R$ 9,4 mil.
às 11:05
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