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Nova Déli - Capital da Índia

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Foto: Casa de Adoração

Dizem que ninguém volta igual depois de uma viagem à Índia. É verdade. E Nova Déli resume bem as contradições desse país que une a milenar cultura indiana com o que há de mais moderno no mundo. Nas ruas da capital, as vacas contrastam com os edifícios recém-construídos. As mulheres vestidas de sáris aparecem em carros do ano. Tudo em meio a um trânsito caótico, onde carros, motos, rickshaws e pedestres brigam por um espaço nas ruas cheias de lixo. Não é bobagem dizer que lembra o cenário de um filme. Para entender Nova Déli é preciso se despir de preconceitos e se abrir para receber uma nova cultura.

Na Índia é tudo muito barato, mas antes de comprar ou contratar um serviço é preciso negociar. A pechincha faz parte do comércio e para se dar bem é preciso ter paciência e cara de pau. Nunca pague mais do que a metade do valor oferecido inicialmente, principalmente em roupas ou artesanatos. Não demonstrar muito entusiasmo com o produto, também ajuda a baixar o preço. Só dá para ter certeza de quanto custam os refrigerantes, salgadinhos e bolachas industrializados. Eles vem com os valores marcados de fábrica na embalagem.

A Índia é um país extremamente religioso. Por onde se olha, há imagens de um dos milhares de deuses do hinduísmo, a religião mais comum. Brahma, Shiva e Vishnu são os mais importantes e foram responsáveis para a formação do mundo como é hoje. Outros deuses bastante adorados são o Ganesha (aquele que tem muitos braços e uma cabeça de elefante) e o Krishna (que anda tocando uma flauta). A entrada nos templos é permitida aos turistas, mas é preciso deixar os sapatos do lado de fora e as fotos são proibidas. Todos os dias, no final da tarde, preces religiosas são entoadas nas ruas ou nos templos.

2 comentários 6 de Agosto de 2009 às 17:50 Multitour Viagens

Hotel Oberoi - Índia

hotel oberoi - hotel oberoi

Todas as tendas do hotel Oberoi Rajvilas, em Jaipur, possuem ar-condicionado, banheiras e uma área externa privativa. Nas mais simples, cama king size e um closet são os principais agrados. A categoria Royal permite que os visitantes desfrutem de duas tendas: uma serve de dormitório, enquanto a outra é a sala de jantar para seis pessoas. Um jardim particular possibilita que as refeições sejam feitas ao ar livre, mas com privacidade.

Para quem deseja socializar com os outros hóspedes, a piscina e a academia de ginástica são os locais mais indicados. Além desses espaços, há quadras de tênis e um campo de golfe para os esportistas. Todas as construções lembram palácios indianos, inclusive os dois restaurantes, que possuem uma decoração exageradas como nos filmes de Bollywood.

A rede Oberoi foi a primeira a inaugurar hoteis de luxo na Índia. Hoje, eles possuem mais de 10 empreendimentos no país, entre eles um navio que realiza percursos de quatro dias pela costa indiana. Assim como nas tendas, em alto-mar você pode até esquecer que não está em um quarto comum de um resort.

Tanto luxo em situações peculiares como essas tem seu preço: uma noite nas melhores tendas do hotel Oberoi de Jaipur custa aproximadamente R$ 3,1 mil. O passeio de navio tem quase o mesmo preço. Porém, para quem deseja conhecer o máximo da ostentação, há o hotel sete estrelas da rede, cuja suíte com vista para o Tal Mahal tem diárias de cerca de R$ 9,4 mil.

1 comentário 3 de Agosto de 2009 às 11:05 Multitour Viagens

Explorando a Essência da Índia

Taj Maha India - Taj Maha India

Antes de mais nada, jogue fora os clichês. Desfaça-se de estereótipos. Afaste de sua mente imagens pré-concebidas. A Índia, afinal, é infinitamente mais fascinante e complexa do que as brochuras turísticas insistem em mostrar.
Desembarquei em Nova Délhi em uma abafada madrugada de Abril. Em poucos minutos, pude sentir na pele o desafio de viver e de se aventurar por um país com mais de um bilhão de habitantes. Ainda no aeroporto, fui rodeado por algumas dezenas de motoristas de táxis. Lutavam pela oportunidade de me conduzir à região de Paharganj, um amontoado de ruelas estreitas, encrustradas de pequenas pousadas, onde mochileiros e aventureiros de todo mundo se encontram.

Confesso que me assustei ao chegar lá. O lugar parecia ter sido palco de uma guerra civil durante o dia. Entre pilhas de sujeira e lixo, diversas vacas – animal sagrado para os Hindus – vagavam à procura de alimento (na Índia, as vacas comem até jornal!). Motoristas de rickshaws (tradicional triciclo indiano motorizado) dormiam ao relento, sentados em seus veículos. Os pequenos edifícios em estilo vitoriano estavam em péssimo estado de conservação.

Hospedei-me numa pousada instalada em um desses prédios. A diária de 60 rúpias equivalia a pouco mais de um dólar. Muito barato. Mas as condições do quarto eram de doer: encardido e escuro. Apesar das dificuldades do primeiro dia em terras indianas, eu transbordava de felicidade. A Índia representava o ponto de partida para uma incrível jornada pessoal.

Adicionar comentário 29 de Julho de 2009 às 16:07 Multitour Viagens

Ilhas Maurício

2433 - 2433

A ilha foi descoberta pelos portugueses, em 1505. Foi primeiro colonizada pelos holandeses, em 1638, e nomeada em honra ao príncipe Maurício de Nassau. Os franceses controlaram a ilha durante o século XVIII e a renomearam para Ilha da França. A ilha foi tomada pelos britânicos em 1814, que restauraram seu nome anterior.

A independência aconteceu em 1968, mas a Maurícia manteve como Chefe de Estado o monarca do Reino Unido e apenas se tornou república em 1992, dentro da Commonwealth. A ilha Maurício possui um governo democrático estável com eleições livres e regulares, e direitos humanos positivos, consequentemente atraiu grande investimento estrangeiro, ganhando assim a maior renda per capita da África.

A própria ilha Maurícia é dividida em nove distritos: Black River, Flacq, Grand Port, Moka, Pamplemousses, Plaines Wilhems, Port Louis, Rivière du Rempart e Savanne.
Outras três ilhas são também são parte do Maurício: Agalega, Cargados Carajos ou São Brandão, e Rodrigues.

Aproximadamente 44% dos mauricianos professam o hinduísmo e 33% são cristãos, sendo os católicos a maioria nesse grupo. O país ainda conta com 17% de muçulmanos. Cerca de 3% da população é formada por ateus e por aqueles que não professam nenhuma fé.
O inglês é uma das línguas oficiais e é particularmente cultivada pela população de origem indiana. A outra língua oficial é o francês. A língua de comunicação habitual é o Marisyen, uma língua crioula construída com base no francês. Muitos dos imigrantes indianos e chineses ainda falam as suas línguas de origem.

10 comentários 21 de Julho de 2009 às 11:19 Multitour Viagens

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