Arquivo de Setembro de 2009
Não bastassem a academia e o spa completos, as piscinas (uma coberta, outra ao ar livre), as seis jacuzzis e o solarium com teto solar, o Vision of the Seas tem até uma parede de escalada que se alça 61 metros acima do nível do mar e pista de cooper. Isso, claro, sem mencionar os bares temáticos, os salões de jantar com paredes de vidro, o cassino, centro de convenções e o teatro para 800 pessoas, que junto com as perfumarias, butiques e lojas garantem que ninguém fique sem o que fazer nos cruzeiros ao longo das costas brasileiras.
É assim: seguindo a tendência global, o mais novo integrante local da família do já conhecido Splendour of the Seas, leva nos seus quase três quarteirões de comprimento uma oferta de entretenimento para todos os gostos. Até quem não gosta de mar pode se divertir.
O Vision of the Seas, de bandeira norueguesa, fará sua estreia em águas brasucas em dezembro, com roteiros de três e quatro noites, saindo de Santos, no Estado de São Paulo, e paradas em Búzios, Ilhabela, Ilha Grande e Rio de Janeiro. Os preços partem de R$ 699 para a opção de três noites, mas há ofertas desde R$ 279 em compra antecipada - e ainda dá para pagar parcelado.
Os números do navio, que chega da temporada nas águas do norte da Europa, impressionam: nos seus 279 metros de comprimento e 30 de largura cabem 2.435 hóspedes, alojados em mil cabines. A isso, somam-se 765 profissionais, o que dá a população de uma cidade. O bicho anda rápido: 22 nós, o que é aproximadamente 40 km por hora. Pode não parecer, mas acima das água é muito, sobretudo levando em conta a tonelagem: 78 mil.
25 de Setembro de 2009 às 18:13
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Há muitas décadas que Búzios, no litoral do estado do Rio de Janeiro, mantém sua posição de ser um dos pontos turísticos mais badalados do Brasil. E não é apenas pelo seu acervo natural completo, com belas paisagens e praias. Conta muito o fato de ser a escolha de grandes personalidades, desde quando Brigitte Bardot elegeu as praias de Búzios para um passeio na década de 1960 e se encantou com o lugar. Em 1976, Mick Jagger trouxe o seu violão para a praia do Canto, afim de curtir as férias. Hoje Búzios tem fama internacional e um claro espírito cosmopolita: estrangeiros de mais de 50 nacionalidades residem na região junto aos nativos.
A história da cidade tem origem numa pequena aldeia de pescadores, mas está marcada por histórias de piratas franceses que participavam do tráfico de escravos e de caçadores de baleias - a Praia dos Ossos ganhou seu nome do fato de que aqui eram enterrados os despojos dos animais capturados. Na década dos anos 50, o vilarejo começou a receber visitas de cariocas e paulistas, que alugavam casas de pescadores. Mas foi nos anos 70 que o turismo explodiu, com a chamada “tomada dos argentinos”: o local virou o sonho de veraneio de los hermanos, e ainda o é.
No centro da cidade está a rua mais famosa e cosmopolita de Búzios, a Rua das Pedras: 600 metros de badalação e agito. Nela há uma oferta bem variada de restaurantes: dos japoneses e marroquinos, franceses e italianos, passando pelos especializados em frutos do mar, algumas boas parrillas argentinas e várias pizzarias. Menção especial para Chez Michou, uma creperia que faz sucesso há muitos anos; a casa fica lotada pela moçada bronzeada e a música é bem alta. Entre os muitos bares, um clássico é o pequeno Captain’s Bar. Mas há também o Havana, que têm jazz, blues e MPB no repertório e, no subsolo, uma adega e charutos, e o Morgan’s, com programação musical de qualidade.
As praias são muitas, de todos os tipos e cores, das mais agitadas às quase desertas. No geral a temperatura é boa, embora alguns considerem as águas um pouco frias: a média é entre 21 e 24 graus - a península é atingida por uma correnteza que chega da Antártida, o que faz com que algumas das praias sejam sensivelmente mais frias. E justamente pelo encontro de ventos e fluxos marinhos é que o lugar tem uma fauna marinha muito rica: golfinhos, botos, tartarugas e aves marinhas, além das baleias, como as mink, jubarte, bryde e franca, e as orcas.
Geribá, João Fernandes e Ferradura são as praias mais badaladas. Em Geribá, a extensão e as boas ondas garantem o surfe e o clima jovem. É um lugar bom para jogar aquelas peladas à beira da praia, e apropriada para o snorkeling e curtir a visão panorâmica nos passeios de barcos. João Fernandes já é de águas mornas e calmas, ótimas para um bom mergulho. Ferradura, que ganhou seu nome pelo fato de ser uma extensa enseada entre pontas rochosas que a resguardam de vento e ondas, é uma praia perfeita para crianças.
Agitada, conta com quiosques de praia e restaurantes de peixes e mariscos, além de pousadas e aluguel de jet-ski, banana-boat, pedalinho, caiaque e pranchas de windsurfe.
Na praia dos Ossos fica o Iate Clube e é de onde saem os passeios de escuna; entre as casas cercadas de amendoeiras está a histórica Igreja de Sant´Anna, padroeira da cidade. Já a praia Azeda, que tem acesso a pé a partir da praia dos Ossos, é pequenina e incrustada em virgens costões. Existe também a praia nudista de Olho de Boi, escondida entre enormes rochas, e a praia Brava, de ondas fortes e local de encontro dos surfistas. Ferradurinha é considerada uma das melhores praias do Brasil, verdadeira piscina natural de areias finas, claras e rochedos que formam patamares circundando o local. A praia do Forno tem uma pequena área cercada de vegetação cerrada, e a praia de Manguinhos, cujo nome deriva de um manguezal, tem águas escuras e sem ondas, preferida para os esportes à vela.
às 18:02
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É um dos poucos destinos turísticos que realmente merecem percorrer metade do planeta. Merecem e requerem - a Grande Muralha ou Muralha da China fica exatamente do outro lado do globo e não é qualquer monumento. Trata-se da maior obra arquitetônica humana, com mais de 6 mil quilômetros de extensão. Melhor dizendo, as muralhas, pois são diversos muros de proteção contra os invasores, construídos por várias dinastias que remontam ao ano de 221 de nosso calendário. Juntos, recortam parte do Mar Amarelo (no litoral nordeste da China), o deserto de Góbi, e a Mongólia (que fica a noroeste). O resultado do conjunto é surpreendente, para se dizer o mínimo.
Para conhecer, comece por Pequim. Dali saem os passeios turísticos em direção à área mais conhecida da Muralha, que fica a aproximadamente 80 quilômetros a nordeste da capital, mais precisamente na cidade de Yanqing. É nela que, desde 1957, iniciou-se um processo de restauração da porção da muralha oriunda da dinastia Ming.
Anualmente, milhões de pessoas a visitam, o que fez com que se desenvolvesse a região: há restaurantes e hotéis, teleféricos e estrada, conectando Badaling à região central de Pequin. Num pacote regular, o preço da visita inclui também o Museu da Grande Muralha, com exposições sobre a sua história, guerras e dinastias que a marcaram.
Mas quem deseja conhecer seções da Muralha mais preservadas, originais, deve ir para Jinshanling e fazer o seu trekking alternativo. Ao longo deste trecho podem ser vistas, em cerca de 10 quilômetros, 67 torres. Não há placas, nem guias, somente a silenciosa muralha. O que se vê é uma vegetação típica de cerrado, a mata toda queimada do gelo: não há árvores, nem plantas, tampouco animais. O único barulho que se ouve é o do vento.
Durante a caminhada, os obstáculos vão desde pedaços da construção, que está em ruínas, cruzando vales, com trechos íngrimes, e o cenário ao fundo, as montanhas. Seguindo por este caminho, chega-se até a região de Simatai, cidade bem mais turística. Além de restaurantes e hotéis, há uma tirolesa que sai de um ponto da muralha. De Simatai há um terminal de ônibus de onde se pode voltar para Pequim.
19 de Setembro de 2009 às 11:46
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Se quiser uma lua de mel num lugar que combine clima cálido, luxo, natureza, aventura e tranquilidade, ainda saindo do comum e com garantia de lembranças pra lá de especiais, pense no arquipélago mais famoso do Pacífico Norte. Havaí é um estado norte-americano composto inteiramente de ilhas. As oito principais são Ni’ihau, Kauai, Molokai, Maui, Kaho’olawe, Oahu, Lanai e a que dá nome ao conjunto.
A menção do arquipélago faz imediatamente pensar em surfe, mas as opções para passar momentos inesquecíveis nas ilhas são muito variadas. Você pode descobrir a maravilhosa biodiversidade subaquática, brindada pela vastidão do Oceano Pacífico: pode-se fazer snorkeling ou tomar aulas de mergulho com garrafas, e nadar com baleias e golfinhos. Na Island Divers Hawaii, a aula de mergulho com garrafas para principiantes custa U$ 69, e o aluguel de equipamento para snorkeling U$ 40.
Seria um erro perder a oportunidade de participar de um luau, festa tradicional havaiana que combina música, dança, culinária e história da cultura nativa. E, claro, o surfe. O Havaí é conhecido pela magnitude de suas ondas, mas existem também praias de ondas menores e seguras onde tomar lições de surf - uma delas é Waikiki. A aula para duas pessoas custa U$ 110.
Embarcar num cruzeiro em Oahu para assistir o sol se pondo sobre o Havaí, seguido de um jantar sob as estrelas deve ser possivelmente o que você está procurando se o que espera é romance. Para jantar a bordo do Star of Honolulu, pense em gastar a partir de U$ 75 por pessoa.
Para os mais corajosos, um vôo de parasailing sobre as águas de Oahu. Trata-se de uma vela parecida a um parapente, levantada e arrastada por uma lancha, a uma altura de mais de 150 metros. A empresa UFO Parasailing faz voos por U$ 65; já para os mais radicais, alcançar os 300 metros acima do solo vai custar U$ 75.
Luxo, conforto e mordomia os esperarão nos diversos hotéis e resorts das ilhas. Entre os de maior prestígio estão o hotel Grand Wailea, um hotel 5 estrelas na ilha de Maui; o St.Regis Princeville, que está localizado na costa Norte de Kauai; e a cadeia de Sheratons - um dos mais conhecidos deles é o Sheraton Princess Kaiualani. Trata-se de um prédio com 1152 quartos e 14 suites na praia de Waikiki.
às 11:39
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