
A Copa do Mundo de 2010 será realizada pela primeira vez no continente Africano. A África do Sul, um dos destinos mais paradisíacos do mundo, será o país-sede. Serão 32 seleções, jogando em 10 cidades diferentes, por 30 dias ininterruptos (de 11 de junho a 11 de julho).
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29 de Janeiro de 2009 às 04:28
Multitour Viagens

O site Viaje Aqui publicou uma matéria excelente sobre o melhor do Egito, que você confere na íntegra, aqui.
As 7 maravilhas do Egito
Quando foram eleitas as Sete Novas Maravilhas do Mundo, as pirâmides de Gizé foram tiradas do concurso. Nada mais justo. Não há por que submeter a julgamento a única das Maravilhas do Mundo Antigo ainda de pé.
Consagradas por Heródoto, elas vêm encantando gregos e troianos e todas as torcidas de todos os times do planeta há milênios. Tudo já foi dito, e é tudo verdade. Como Quéops, Quéfren e Miquerinos são de fato hors-concours, eu me proponho a listar as outras sete maravilhas do Egito.
1. A Pirâmide Escalonada de Sakara, nas imediações do Cairo

É o monumento mais antigo do Egito e do mundo, datado de 2650 a.C. Não bastasse isso, ela ainda impressiona pela grandeza e pela sensação de paz que proporciona, pelo fato de a urbanização da cidade não ter chegado até lá. Incluo a monumental estátua de Ramsés II em Mênfis, cidade que por séculos foi a mais importante e a mais cosmopolita do Egito. Se hoje resta pouco da antiga grandeza, o faraó deitado ainda é um espetáculo: mede mais de 10 metros de altura. Seriam 13 se não tivesse perdido parte das pernas.
2. Os templos de Karnak e Luxor

Mais que templos, são um conjunto de santuários, colunas, pilares e obeliscos dedicados aos deuses tebanos e aos faraós. Têm de ser vistos durante o dia e à noite, quando o deslumbre é ainda maior. Se de Mênfis resta muito pouco, a Tebas histórica está toda ali, perto de nossos olhos, mãos e coração. Impossível não se emocionar. Qualquer um aqui vira filósofo e tem algo interessante a dizer. Prefiro citar Amelia Edwards, escritora e artista inglesa do século 19, depois de uma de suas excursões: “O tamanho é excessivo, o efeito, tremendo, e a sensação da própria estupidez, pequenez e incapacidade, demasiado absoluta e esmagadora”. Ainda há uma avenida das esfinges ligando Karnak a Luxor. E mais ainda: o moderno e bem equipado Museu de Arte Antiga Egípcia vale uma visita, e passear de charrete, ou a pé, à beira do Nilo, preguiçosamente, é importante para digerir tanta informação.
3. Vale dos Reis, Vale das Rainhas e os Colossos de Memnon

Sobre o Vale dos Reis, apenas deserto, poeira e calor. Embaixo: tumbas e mais tumbas. As mais importantes são as de Ramsés IV, Ramsés I e Ramsés IX. Fartamente decoradas e pintadas, deixam-nos todos de boca aberta - mas saio de cada uma delas com a sensação de ser um intruso. Não foram feitas para a admiração de mortais. No Vale das Rainhas, entre inúmeros templos funerários, destaque absoluto para o da rainha Hatchepsout, feito por Senenmout, seu arquiteto, primeiro ministro e favorito. Emerge da rocha com a qual parece mimetizar e, segundo o guia Michelin, “por suas proporções divinamente harmoniosas e pela qualidade da realização de sua estrutura, esse templo funerário deveria imortalizar não somente a rainha mas também seu arquiteto”. Os Colossos de Memnon: duas gigantescas estátuas de Amenófi s III. São dois blocos monolíticos, pesando 720 toneladas cada um. O da direita de quem olha apresentava um fenômeno curioso que gerou mil histórias: depois da umidade da noite e com o calor do sol matinal, emitia sons que pareciam lamentos. Prato cheio para superstições e lendas.
4. Cruzeiro pelo Nilo

Nunca é demais lembrar que o Egito é uma dádiva do Nilo. Além do mais, navegá-lo é a melhor maneira de conhecer três dos mais bem conservados templos do país:
Dendera Inteiramente dedicado a Hator, deusa do amor e do sexo, protetora das mulheres e considerada babá do faraó. Todas as colunas têm capitéis com o rosto da deusa, sempre sem o nariz, culpa de um dos muitos invasores do Egito.
Edfu Mede 137 por 79 metros, o que o faz o segundo templo do Egito depois de Karnak. É dedicado a Horus, o falcão, marido de Hator. Consta que os deuses se visitavam anualmente, o que era motivo de festas que duravam um mês. Aqui os capitéis são variados: feixes de trigo, palmeiras, flores de lótus. Sem dúvida, serviram de inspiração para a art nouveau, séculos depois.
Kom Ombo Dedicado ao deus crocodilo Sobek e também a Horus, foi construído por Ptolomeu VI, no século 3 de nossa era. A localização é privilegiada: numa acrópole à beira do Nilo. Penso que no Egito todos os templos e estátuas não são apenas templos e estátuas, mas sim eternos vigilantes e testemunhas da história.
5. O Templo de Ísis na Ilha de Philae, em Aswan

Construído pelos ptolomeus, a última dinastia de faraós gregos (Cleópatra foi a derradeira rainha dessa dinastia), foi totalmente transportado de uma ilha para outra quando da construção da grande represa por Nasser, presidente do país entre 1954 e 1970. O lugar serviu de inspiração para um sem-número de escritores e artistas, que fizeram de Philae um centro de peregrinação poética no século 19. Aswan, debruçada sobre o Nilo - sempre ele -, ainda conserva o ar de mistério e sedução que inspirou Agatha Christie em seu best-seller Morte no Nilo.
6. Os Templos de Abu Simbel

A meia hora de vôo de Aswan, dedicados a Ramsés II e a sua bem-amada Nefertari. Talvez o testemunho mais grandioso do poder desse magnífico faraó se encontre aqui, nos confins do Egito, na fronteira com o Sudão. Os templos também foram mudados de lugar para escapar à inundação da grande represa de Nasser. O trabalho hercúleo de artesãos, engenheiros e arquitetos de todo o mundo foi tão monumental quanto as quatro gigantescas estátuas de Ramsés II, que guardam a entrada do templo e olham para o deserto sem fim.
7. A Península do Sinai

O balneário de Sharm El-Sheikh, famoso ponto de mergulho, é a base perfeita para visitar o Mosteiro de Santa Catarina, aos pés do Monte Sinai, onde Moisés, segundo a tradição, recebeu as Tábuas da Lei. Local sagrado para cristãos, judeus e muçulmanos, é um conjunto de construções, algumas datadas do século 4 de nossa era. O mosteiro é o único no mundo continuamente habitado, sempre por monges ortodoxos gregos, desde o século 6, tendo sobrevivido aos inúmeros invasores do Sinai. Seu interior guarda preciosidades, como a Igreja da Transfiguração, a Capela da Salsa Ardente, o Poço de Moisés e o Museu do Monastério. É a Bíblia ao vivo. Tudo precisa ser visto em apenas duas horas. Os monges abrem o lugar às 10 da manhã e fecham ao meio-dia, pontualmente
28 de Janeiro de 2009 às 04:45
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A “atração prá lá de curiosa” desta semana fica no Brasil. Trata-se de mais uma obra espetacular do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer: o Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Inaugurado em 1996, o prédio se destaca pelos traços arrojados e modernos, que o fazem lembrar um cálice ou até mesmo um disco voador . Foram necessários cinco anos para erguer a estrutura de quatro pavimentos, que tem uma linda vista panorâmica do porto do Rio e se tornou um dos cartões-postais de Niterói. Se você for ao Rio de Janeiro, este é um local que vale a pena conhecer.
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27 de Janeiro de 2009 às 04:20
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